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PROJETO  RÁDIO  TREM 

   RECORDANDO  OS  BONS  TEMPOS!

Obra da ferrovia Norte-Sul estará pronta até 2018, diz ministro

O ministro lembrou que o governo está trabalhando para realizar até o fim do ano o leilão de concessão de trechos da ferrovia

Brasília – A obra do trecho sul da ferrovia Norte-Sul, que chegará até Estrela d´Oeste (SP), estará concluída até no máximo o começo do próximo ano, disse nesta terça-feira o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella.

“Esperamos concluir a obra até o fim desse ano, no mais tardar no começo de 2018”, disse Quintella, em transmissão ao vivo pelo Facebook para falar do primeiro ano à frente da pasta.

O ministro lembrou que o governo está trabalhando para realizar até o fim do ano o leilão de concessão de trechos da ferrovia, que ligará os portos da região Norte à região Centro-Oeste e aos portos da região Sul e Sudeste.

Fonte: Época Economia por Reuters 

Chega à China o primeiro trem partindo de Londres

Com bebidas, produtos infantis e medicamentos, percurso cruzou 12 mil quilômetros em 18 dias

PEQUIM - O primeiro trem com mercadorias entre a Inglaterra e a China chegou ao gigante asiático no sábado, 29, depois de um percurso de quase três semanas, lembrando as viagens das velhas expedições comerciais da Rota da Seda.

O comboio partiu em 10 de abril do porto de Stanford-le-Hope, no estuário do Rio Tâmisa, em direção a Yiwu, cidade com 2 milhões de habitantes na costa oriental da China. O trem transportou whisky, refrigerantes, produtos infantis e medicamentos voltados para o mercado chinês.

O trem cruzou a França, Bélgica, Alemanha, Polônia, Bielorússia, Rússia e Casaquistão. Com mais de doze mil quilômetros, a rota Londres-Yiwu é a segunda maior do mundo, atrás do percurso China-Madri, inaugurado em 2014. Em 2016, foi iniciada a rota que parte de Lyon, no centro-oeste francês. 

Londres é a 15ª cidade da Europa com conexão ferroviária para a China. O transporte por esse meio é mais barato que o aéreo e mais rápido que o marítimo, que leva em geral 30 dias. Por isso, há perspectivas de exportações de produtos agroalimentares para a China.

Nova rota da seda. Essas conexões ferroviárias fazem parte das "novas rotas da seda", iniciativa lançada em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping com o objetivo de fortalecer as relações da China com a Europa Ocidental. As conexões ferroviárias transcontinentais entre China e Europa já existem há dez anos. 

Até o momento, o retorno sobre o investimento não cobre os gastos com infraestrutura, segundo um informe publicado no ano passado pela Oxford Review of Economic Policy. / AFP e REUTERS

Fonte: O Estado de SP - Estadão

Volume de cargas cresce 2,2% em 2016,mostra ANTF

A despeito da crise econômica, o transporte ferroviário de cargas cresceu em 2016. Dados compilados pela Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) mostram que o volume de cargas transportadas cresceu 2,2% sobre 2015, para 503 milhões de toneladas, e a produtividade - medida em tonelada por quilômetro útil (TKU) - avançou 2,4%, para 340 bilhões de TKUs.

Grande parte do crescimento em toneladas foi puxado pelo minério de ferro, carga "natural" dos trilhos e que exige um fluxo ininterrupto de transporte, pois integra um sistema baseado em mina-ferrovia-porto.

O diretor-executivo da ANTF, Fernando Paes, destaca que o aumento da produtividade na ferrovia é efeito de melhorias como duplicações recentes realizadas na malha brasileira, por exemplo um trecho da Malha Paulista, da Rumo, no acesso à Baixada Santista. Outro exemplo é a recente duplicação na Estrada de Ferro Carajás, operada pela Vale.

Além de investimentos nos trilhos, houve medidas pontuais que melhoram a eficiência, como a construção de pátios, levando à duplicação de trechos. Com isso, houve a redução da distância entre os trens na malha, o que fez aumentar a produtividade do sistema. Mas há mais por ser feito, com obtenção de novos ganhos.

"Existe uma demanda [de carga] maior do que a oferta ferroviária", diz Paes. Como exemplo, cita que apenas 30% da soja brasileira exportada chega aos portos via ferrovia. "Há potencial de crescimento." E no conjunto das commodities agrícolas apenas 50% acessam o sistema portuário por trens. "O Estado de Mato Grosso, por exemplo, poderia estar produzindo mais soja", acrescenta o executivo.

Paes sustenta que por ser um setor de capital "super intensivo" as ferrovias exigem planejamento de longo prazo. "Vemos o potencial, vemos os números. Por isso que defendemos que essa discussão sobre as prorrogações antecipadas possa ser feita, vai trazer ganhos de curto prazo".

Ele observa que a privatização do sistema ferroviário, no fim dos anos 90, já logrou benefícios. Embora, na época, os contratos das concessões não contemplassem critérios rígidos de operações, os quais só foram instituídos pelas resoluções posteriores da agência reguladora, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), criada em 2001.

Nesse sentido, Paes considera um avanço a Medida Provisória (MP) 752, a chamada MP das Concessões, em tramitação no Congresso. O instrumento estabelece as regras para as renovações antecipadas das concessões ferroviárias como contrapartida a investimentos novos e desde que haja previsão no contrato ainda não usufruída. Os aditivos das renovações trarão critérios mais rígidos a serem cumpridos pelas concessionárias.

"Uma ferrovia nova não sai em menos de dez anos", argumenta Paes, ao defender a premência da prorrogação das concessões.

Já foram protocolados seis pedidos para antecipar prorrogações na ANTT: a Malha Paulista, o processo mais adiantado; Malha Sul, também da Rumo; MRS; Ferrovia Centro-Atlântica (VLI); e Estrada de Ferro Carajás e Estrada de Ferro Vitória a Minas (ambas operadas por Vale). A estimativa da ANTF é que o mecanismo gere mais de 40 mil postos de empregos diretos e indiretos.

Em relação a novos projetos, Paes avalia que o governo precisa ter foco para criar um ambiente atrativo. Cita como fatores cruciais que precisam ser enfrentados as desapropriações ao longo das vias e o licenciamento ambiental, que ainda não têm medidas efetivas do poder concedente.

Também a burocracia para realizar projetos novos ou de duplicação é enorme no país. Há uma necessidade de se relacionar com cerca de 15 órgãos de governo, que incluem ANTT, Ministério dos Transportes, a prefeituras, Funai, Ministério Público e Tribunal de Contas da União (TCU).

"O grande desafio no Brasil é como fazer crescer a oferta de serviço ferroviário, seja por projetos novos ou por renovações e expansões das ferrovias existes", diz. "A simples prorrogação dos contratos seria positivo, gerando investimentos".

Fonte:  Valor Econômico

 

Governo inclui trem de média velocidade de SP em programa de concessão.

O governo decidiu incluir o projeto do trem de média velocidade de São Paulo no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que centraliza os projetos prioritários da área de concessão. Com a medida, o projeto paulista avaliado em cerca de US$ 5 bilhões passa a contar com a possibilidade de ser financiado pelo BNDES.

 

Trens permitiriam viagens de até 200 km/h

 

Outra decisão do Palácio do Planalto foi a de aprovar a liberação da "faixa de domínio" das atuais ferrovias que operam entre São Paulo, Campinas e Americana, para que o novo projeto seja construído ao lado dessas malhas de cargas, atualmente operadas pelas empresas Rumo ALL e MRS.

 

"Com isso, estamos dando um passo efetivo para viabilizar esses projetos e atrair investidores", disse o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que participou nesta terça-feira, 28, de encontro no Palácio do Planalto. O compromisso foi firmado, segundo Macris, pelo presidente Michel Temer, em reunião que também contou com a participação do ministro dos Transportes, Maurício Quintella.

 

Participaram ainda o secretário de coordenação de projetos do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Tarcísio Gomes de Freitas, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado Cauê Macris (PSDB).

 

Segundo o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o projeto dependia apenas dessas confirmações do governo para que a oferta de parceria público-privada (PPP) do empreendimento seja apresentada ao mercado.

 

O governo paulista pretende incluir na licitação do trem de média velocidade o trecho 7 da CPTM, que seria incorporado ao projeto "para ajudar no funding" da proposta comercial. O governo paulista não descarta ainda a possibilidade de a PPP ter contrapartidas financeiras da União, reunindo governos federal e estadual e a iniciativa privada no mesmo projeto.

 

A permissão de atuar nas faixas de domínio das atuais concessionárias deverá ser incluída na medida provisória 752, que trata da renovação das concessões de ferrovias federais.

 

O projeto tem sido assessorado por técnicos do Banco Mundial. Trens de velocidade são aqueles que fazem viagem de até 200 km por hora, em média. O traçado pretendido pelo projeto é o mesmo que estava inserido no plano do trem de alta velocidade, que era defendido pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

 

Não há valores fechados sobre o empreendimento. A se basear pelo custo de outro projeto previsto para ligar Brasília a Goiânia, os 135 km de trilhos que ligariam São Paulo à Campinas e Americana teriam custo aproximado de US$ 5,5 bilhões. Diversos fatores, no entanto, podem influenciar diretamente nesses custos, como a escolha da tecnologia que será usada e as desapropriações necessárias no traçado do trem.

 

Fonte : Jornal Estadão

 

Usuários elogiam rapidez e conforto do VLT, porém defendem melhorias

Com capacidade para atender até 70 mil passageiros/dia, o VLT é motivo de elogios pelos usuários. Porém, ainda são necessários ajustes para compensar a tarifa cobrada no valor de R$ 4,05

Na última semana, a equipe do Boqnews percorreu todo o trajeto do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) — do Terminal Barreiros, em São Vicente, ao Terminal Porto, em Santos — para analisar o serviço disponível aos munícipes de forma completa desde o mês passado.

Ao longo dos aproximados 40 minutos de viagem, conversamos com usuários que ressaltaram pontos positivos e negativos do sistema, como o comerciário José Augusto de Lima, de 60 anos, que abandonou o veículo próprio para se locomover diariamente pelo VLT. Para ele, o serviço de transporte oferecido é confortável, rápido e supre a sua necessidade, no entanto ele acredita que o trajeto deveria ser ampliado para a Área Continental de São Vicente, pois muitos usuários do transporte público residem nessa região.

Além deste aspecto, José Augusto questionou sobre a ausência de banheiros nas estações. O também usuário Romeu Moura, que morou em Portugal por 10 anos, destaca que também sentiu a falta de sanitários. “Em Portugal, os banheiros encontram-se abaixo das estações do VLT por onde passa o metrô. Quando necessitamos, usamos os do transporte subterrâneo”, destaca.

Em resposta, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbano (EMTU) disse que ‘a exemplo de sistemas de VLT implantados em diversas cidades ao redor do mundo, o banheiro público não está previsto no projeto das estações por se tratar de local de rápida circulação dos usuários’.

Mas nem mesmo os funcionários que trabalham de oito a dez horas por dia nas plataformas possuem um local adequado para suas necessidades fisiológicas, tendo que se locomover a estabelecimentos nem sempre tão próximos ao local de trabalho.

Aliás, além deste importante e indispensável detalhe, a Reportagem também apurou que os funcionários não possuem bebedouros, armários para guardar pertences pessoais assim como ficam vulneráveis a assaltos nas estações, que não contam com câmeras.

De acordo com a advogada atuante na área de direito trabalhista, Bruna Cunha Ferrari, “o fato de não haver banheiros e bebedouros disponibilizados pela empresa em local próximo à prestação de serviços enseja uma situação incompatível com as normas de segurança e higiene do trabalho, de forma que tal situação, por expor o empregado a situações degradantes, pode vir a configurar dano moral passível de indenização”.

A equipe entrou em contato com o Consórcio BR Mobilidade, empresa que opera o serviço, entretanto, até o fechamento da edição os questionamentos relativos aos funcionários não foram respondidos.

Valor das tarifas

O valor pago de R$ 4,05 pelo serviço também foi questionado pelos usuários. A manicure Ana Cristina, 46 anos, acredita que este preço é abusivo, principalmente para o trabalhador que ganha um salário mínimo. “Por mês, o trabalhador tem que dedicar cerca de R$ 180 para o transporte. Esse valor faz muita diferença!”, disse.

A EMTU justifica que o percentual aplicado leva em consideração os custos dos insumos do transporte como mão-de-obra, consumo de energia elétrica da rede aérea e dos veículos, além das cláusulas contratuais com o Consórcio BR Mobilidade.

Integração das linhas

O reajuste da tarifa dos ônibus em janeiro acendeu uma discussão em relação à integração do VLT com as linhas municipais, já que em junho de 2016, o presidente da EMTU, Joaquim Lopes, anunciou a integração com 37 linhas intermunicipais.

Segundo a empresa, a integração com as linhas municipais de Santos têm previsão de início em abril, porém a data não foi divulgada. Já em relação ao sistema municipal de São Vicente, a empresa informa que está dialogando com a nova administração municipal para encontrar soluções adequadas ao usuário, pois a organização do sistema de transporte no município, com a utilização de vans, difere de Santos, que optou pelo ônibus coletivo.

FONTE: JORNAL BOQNEWS – SANTOS(SP)

 

Moradores de cidade japonesa dão adeus a um velho amigo

Passageiros se despedem de trem a diesel. Para os japoneses, os trens não são apenas meio de transporte; tem sentimento envolvido.

O correspondente Márcio Gomes mostra como os moradores de uma cidade japonesa deram adeus a um velho amigo.

A pequena estação vive um dia especial. Da quantidade de gente na plataforma aos produtos vendidos na lojinha. A caneta é comemorativa para quem quiser guardar uma recordação do que vai acontecer.

Por 38 anos, o trem levou para lá e para cá os moradores de Utsonomyia, a 130 quilômetros de Tóquio, mas está prestes a fazer sua última viagem. Os passageiros terão que se despedir do velho trem a diesel. 

O chefe da estação usa a melhor roupa. "Todos têm uma enorme gratidão, o trem serviu moradores, turistas, mas ficou antigo", diz Masao Koma.

É fácil entender essa relação dos japoneses com os trens. O país depende do transporte ferroviário. Metade da população pega, pelo menos uma vez por dia, pelo menos um trem, um metrô. É parte da rotina. E eles fazem isso há tanto tempo, que o trem deixou de ser um meio de transporte, tem sentimento envolvido aí.

Sobre trilhos, vai-se ao trabalho, à escola, passear. Corta-se o país, debaixo de neve ou sol, na velocidade do trem-bala ou levando carga. 

As histórias se misturam com a própria vida. A senhora Nakatani, de 70 anos, sempre marca numa estação o encontro com os amigos.

Ela diz que "usa os trens desde que era criança e não consegue imaginar o Japão sem eles".

Até se convive bem com o passado: em Hiroshima, por exemplo, bondes da época da guerra dividem as ruas com modelos mais novos.

Mas o desenvolvimento representa segurança. Trens que poluem menos são mais baratos de manter. É o motivo do adeus em Utsonomya. 

Fanáticos por trens vieram registrar a última partida. Já o motivo do senhor Hiroshi, de 66 anos, é o coração mesmo. Ele mora pertinho da estação, e conta que vai sentir muita falta do barulho do trem: “Ele tem um som característico, sabe?" 

Na plataforma lotada, o sinal. Mitos gritam "obrigado". O trem novo vai trazer uma viagem sem imprevistos, mas o japonês não quer esquecer como chegou até aqui.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/03/moradores-de-cidade-japonesa-dao-adeus-um-velho-amigo.html

FONTE: G1.COM


VLI embarca primeiro navio no Tiplam

A VLI realizou no dia 17 de janeiro o primeiro embarque de navio para exportação no Tiplam (Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita), que está sendo ampliado pela empresa na área continental do Porto de Santos. Foram embarcadas 26,5 mil toneladas de milho da Bunge, uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país. O navio escolhido para transporte da carga foi o Chamchuri Naree, o primeiro a atracar no Terminal Integrador Portuário.

A VLI está investindo R$ 2,7 bilhões no Tiplam. A obra, iniciada em 2013, chegou a 95% de conclusão em dezembro, e já movimenta 2,5 milhões de toneladas de produtos importados, como enxofre e fertilizante. Sua ampliação permitirá o recebimento de granéis para exportação, além de aumentar a capacidade de recebimento das cargas já operadas no sentido importação.

Quando estiver concluído, no primeiro semestre de 2017, o Tiplam terá capacidade para operar 14,5 milhões de toneladas por ano em exportação de grãos, açúcar e importação de fertilizantes e enxofre.

“É um momento histórico para a VLI e para a infraestrutura do país. O Tiplam representa uma nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola do país, com foco na agilidade, já que toda a cadeia está integrada à ferrovia”, afirma Fabiano Lorenzi, diretor comercial da VLI.

O Tiplam é a ponta final do chamado Corredor Centro-Sudeste da VLI, que recebeu investimentos de R$ 4 bilhões. Trata-se de uma rota de escoamento de granéis agrícolas ligado à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). A carga das regiões produtoras do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais chega ao Terminal Integrador de Uberaba, no Triângulo Mineiro, e segue por ferrovia até o Tiplam onde é enviada para o navio.

A integração terminal-ferrovia-porto, segundo a VLI, permitirá a redução de 70% no tempo da operação. Isso incluiu uma moega ferroviária, com estrutura de 14 metros para descarregamento dos vagões, direcionando a carga por correias transportadoras até os armazéns ou diretamente para os navios.

O Tiplam também possui uma pera ferroviária que permite a circulação dos trens e o transbordo das cargas sem necessidade de desmembrar a composição, o que aumenta o ganho de eficiência do processo.

Em breve ele será composto por quatro berços de atracação, um para embarque de açúcar e outro para grãos e dois para descarga de fertilizantes. O terminal já possui dois pátios para fertilizantes, com capacidade para 60 mil e 66 mil toneladas. Quando estiver concluído, terá também dois armazéns de grãos, sendo um só de açúcar e outro misto para açúcar ou grãos.

Navio Chamchuri Naree recebendo milho para exportação no Tiplam, em Santos (SP)

FONTE: REVISTA FERROVIÁRIA

MOTOCICLISTA TENTA ATRAVESSAR LINHA FÉRREA EM PASSAGEM EXCLUSIVA PARA PEDESTRES E PROVOCA ACIDENTE

A cena é comum, e muita gente nem acha mais tão absurdo. Mas atenção: o tráfego de motocicletas em locais destinados exclusivamente a pedestres – como passarelas, passagens em nível, calçadas etc. – abre riscos muito sérios, tanto para os pedestres, que têm seu espaço desrespeitado, quanto para os próprios motocilistas.

Em fevereiro, a MRS registrou um acidente exatamente assim: um motociclista estava tentando cruzar a ferrovia por um caminho de pedestres, e ainda forçou passagem antes do trem, por pura impaciência. Há um viaduto disponível na região. O resultado: além de ter colocado sua própria vida em risco e ter se machucado bastante, o condutor teve sua moto arrastada por vários metros pela locomotiva e vai arcar com um tremendo prejuízo. Felizmente, não houve danos a nenhum pedestre.

“O problema é complexo, pois essas passagens para pedestres, tanto as passagens em nível quanto as passarelas, precisam permitir o acesso de cadeiras de rodas. Não é possível, por isso, instalar nenhum bloqueio ou dispositivo para impedir que as motos entrem. Estaríamos corrigindo um problema e abrindo outro, o da falta de acessibilidade para quem precisa”, explica Uascar Carvalho, executivo responsável pela faixa de domínio e dispositivos de segurança para as comunidades na MRS. “É tipicamente um caso em que somente comportamento, cidadania e civilidade podem evitar novos acidentes”.

O Código Brasileiro de Trânsito, em seu artigo 170, prevê como infração gravíssima o ato de “dirigir ameaçando pedestres ou outros veículos”. A penalidade é multa e suspensão do direito de dirigir. As autoridades policiais podem, como medida administrativa, recolher o veículo e reter a CNH.

Por fim, cabe um recado aos ciclistas: ao compartilhar o espaço com pedestres, desmonte da bike. Só assim você estará equiparado em direitos e deveres com os pedestres. Não corra o risco de se machucar ou machucar alguém desnecessariamente.

A MRS é signatária do Linha da Vida, uma iniciativa pela mobilidade urbana, trânsito cidadão e integração harmoniosa entre os trens e as cidades.

FONTE: MRS LOGÍSTICA

Metrô destaca efeitos de campanha contra assédio e uso de SMS

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) afirma que o aumento das denúncias está diretamente ligado “às constantes campanhas realizadas pela empresa, que condena este tipo de crime, seja dentro ou fora do transporte público, e estimula que o usuário denuncie essa prática”. Segundo a companhia, 89% dos abusadores descritos pelas vítimas são detidos pelos agentes de segurança do Metrô e encaminhados às autoridades policiais.

“Além da atuação para inibir e coibir esse crime, os agentes de segurança, assim como os demais funcionários operativos, são treinados e preparados para acolher as vítimas, até estimulando o registro do boletim de ocorrência para o prosseguimento das investigações. Essa preparação foi intensificada e aprimorada após a criação da campanha ‘Você não está sozinha’”, diz o Metrô. Segundo a companhia, o resultado dessa campanha também pode ser visto pelo aumento das denúncias de abuso recebidas por SMS-Denúncia: 10 em 2013; 61 em 2014; 165 em 2015; e 195 em 2016. 

Procurada, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informou que também “tem intensificado suas campanhas de cidadania e conscientização e as ações de combate ao crime”. “Isso tem estimulado mulheres que passam por este constrangimento a registrarem denúncia e BO em delegacias de polícia.”

Zero registros. Já a Secretaria da Segurança Pública destacou, em nota, o trabalho da 6.ª Delegacia de Polícia do Metropolitano, que “resultou no aumento de 20% nas detenções de importunadores e a redução a zero do número de estupros no interior das composições, em 2016”. “Atualmente, em média, 75% dos casos de contravenções penais de importunação ofensiva ao pudor registrados na Delpom são solucionados.”

Fonte: O Estado de SP

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