Menu



RÁDIO  TREM
Recordando os Bons Tempos do Trem

AMIGOS   DO   PROJETO   RÁDIO   TREM ! 

UTILIDADE PÚBLICA; PARE! OLHE! ESCUTE!

PREVISÃO  ATUALIZAÇÃO  CLIMATEMPO:

 PROJETO RÁDIO TREM 

RECORDANDO OS BONS TEMPOS!

 PREVISÃO   ASTRAL   ATUALIZADA   PELO   HORÓSCOPO   VIRTUAL :  

  CONHEÇA   OS   APOIADORES   DO   PROJETO   RÁDIO   TREM ! 

 ACONTECIMENTOS,   DESTAQUES,   NOTÍCIAS   DO   MEIO   TRILHOS :

Volta do trem de passageiros inclui trajeto entre Ibiá e Uberaba.

A Com intuito, de apresentar o levantamento e análise preliminar dos principais projetos que serão priorizados na implantação e operação de uma nova estrutura ferroviária em Minas Gerais. As propostas foram apresentadas no auditório do DER-MG, em Belo Horizonte.

Foram elencadas 60 propostas, agrupadas por áreas temáticas. Assim sendo 23 de transporte ferroviário regional de passageiros, 15 de transporte de cargas, 11 de transporte turístico, 7 contornos e trechos urbanos e 4 plataformas logísticas.

As propostas foram analisadas de forma multicriterial, levando em consideração a previsão de implantação, a demanda potencial e a complexidade da implantação. A partir dessa avaliação, foi criada uma hierarquia que servirá como orientação para desenvolvimento dos projetos.

Propostas

Entre as propostas para o transporte de cargas foram elencadas, entre outras, a ferrovia entre Unaí (MG) e Anápolis (GO) e a reativação de linhas, como a ligação entre Itaú de Minas, São Sebastião do Paraíso e Ribeirão Preto (SP).

Para o transporte de passageiros, foram selecionados os trechos entre Divinópolis e Lavras, ligando o Centro-Oeste ao Sul de Minas, Uberaba - Araxá - Ibiá (no Triângulo), a ligação entre Belo Horizonte - Brumadinho e BH Eldorado, via Barreiro, entre outros.

Nos estudos para trens turísticos serão objeto de estudo as ligações entre São Sebastião do Rio Verde a Passa Quatro, Cataguases - Além Paraíba - Três Rios (RJ), além de nove outros trechos.Também serão estudados, entre outros, projetos que contemplam travessias urbanas, como o contorno de Montes Claros e o Ferroanel de Belo Horizonte, entre Sarzedo / Betim e vetor norte da região metropolitana da capital.

Entre os estudos que envolvem plataformas logísticas estão a integração do Porto Seco do Sul de Minas, em Varginha, ao ramal Varginha - Três Corações. Terminal Intermodal rodo-hidro-ferroviário de cargas em Chaveslândia (município de Santa Vitória), no Triângulo mineiro.

Multimodal

Uma das principais premissas do PEF é que o conceito de multimodalismo seja valorizado como uma solução para os gargalos logísticos, como explica o professor Paulo Resende da FDC. "O Brasil não pode mais continuar com essa briga entre modais de transporte. Não vamos usar o plano estratégico como instrumento de disputa, mas sim como um instrumento de direção única, para o desenvolvimento das ferrovias e dos modais de transporte em Minas Gerais".

 

Etapas

Estão previstos outros sete encontros para apresentação e acompanhamento das próximas etapas dos estudos elaborados pela FDC.

Todos os documentos apresentados nas reuniões serão disponibilizados no site da Seinfra, bem como as respostas enviadas pelos participantes e que serão respondidas pela equipe técnica do PEF.

Fonte: https://www.portalondasul.com.br/volta-do-trem-de-passa...

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Exposição em Santos marca os 153 anos da Estação do Valongo e da São Paulo Railway.

* 14/02/2020;

Fotos: Divulgação/ Prefeitura de Santos

Parte da história da pioneira São Paulo Railway (SPR), a primeira ferrovia paulista, e da Estação do Valongo pode ser conferida na programação especial a ser promovida neste sábado e domingo (15 e 16), em comemoração aos seus 153 anos. A estação, sede da Secretaria de Turismo de Santos (Setur) desde 2004 e do Estação Bistrô Restaurante-Escola, foi inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, com a chegada do primeiro trem a vapor da linha que ligava a capital ao litoral.

A programação será realizada na Garagem do Bonde Roberto Mehanna Khamis (Largo Marquês de Monte Alegre, ao lado da estação) e envolve visita monitorada aos carros históricos ferroviários, exposição de 58 imagens do final do século 19 e início do 20, e ainda mostra de peças originais de comunicação da SPR, a exemplo de telégrafo, placa de ‘apite’, bandeiras de sinalização e sinaleiros luminosos. Para completar, o público poderá apreciar uma maquete modular de ferreomodelismo.

A programação é desenvolvida pela Setur, em parceria com a recém-fundada Associação Brasileira de Preservação da Memória dos Transportes (MemoTransp) e a CET, e conta ainda com apoio da Secretaria de Cultura, Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF – Regional São Paulo) e Ferreoclube do ABC (FcABC).

VISITAS MONITORADAS – As visitas aos carros históricos ferroviários, monitoradas por guias de turismo da Setur, serão realizadas das 11h às 16h, a cada 60 minutos, para grupos de até 30 pessoas. As senhas, gratuitas, estarão disponíveis na bilheteria da Linha Turística do Bonde, que funciona no Museu Pelé (Largo Marquês de Monte Alegre, 1, Valongo). Os carros foram doados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e, desde dezembro de 2018, encontram-se na garagem dos bondes, instalada no Armazém 12-A, o último armazém de ferro do porto, que antes funcionava na margem direita do cais.

O carro Presidencial, de 1909, é o mais luxuoso. Com 16 poltronas estofadas e banheiro, era utilizado para viagens inaugurais e com autoridades – ele transportou ex-mandatários do país como Getúlio Vargas, Afonso Pena e Washington Luís.

Utilizado em viagens de inspeção por técnicos e engenheiros ferroviários, o carro Administrativo, de 1913, possui uma cauda panorâmica de vidro e capacidade para 23 pessoas. Já o carro Buffet Pullman (1922) foi usado pela São Paulo Railway até 1947, inclusive nas viagens regulares entre Santos e a capital. Com capacidade para 14 pessoas, tem cozinha com bar e banheiro.

FEVEREIRO/2020 – FONTE/MATERIA; PREFEITURA DE SANTOS - MAIS SANTOS.

O Projeto Rádio Trem compartilha essa divulgação, em forma de apoio.


Estrada de Ferro Carajás é classificada como ferrovia mais segura do Brasil.

A Com atuação no sudeste do Pará, a Estrada de Ferro Carajás (EFC), foi classificada, pelo segundo ano consecutivo, como a ferrovia mais segura do país pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A divulgação foi realizada na última semana e considerou os índices anuais de acidentes de todas as estradas de ferro do Brasil. A ANTT é o órgão federal responsável pela concessão, fiscalização e regulação de todas as ferrovias brasileiras.

A EFC circula, em terras paraenses, nos municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá e Bom Jesus do Tocantins. Além de minério de ferro e cargas, como combustível e soja, a EFC - que é operada pela Vale - transporta por ano mais de 320 mil passageiros entre os estados do Pará e Maranhão.

O indicador de segurança da EFC vem melhorando ano a ano. Em 2017, o índice alcançado pela ferrovia na avaliação da ANTT foi de 2,67; em 2018, caiu para 1,81 e agora chegou a 1,73, o menor dos últimos 13 anos. Na lógica da agência, quanto menor o índice, mais segura é a ferrovia. Os dados e comparativo estão disponíveis no site da agência.

Esse resultado é fruto do investimento contínuo em tecnologia, manutenção preventiva, qualidade da frota e do trabalho de diálogo com as comunidades que cruzam a via, incentivando-os a utilizarem as passagens oficiais, como viadutos e passarelas. Importante destacar que esse patamar de segurança é revertido diretamente em favor de quem utiliza o Trem de Passageiros da EFC, afirmou João Falcão, gerente-executivo da Estrada de Ferro Carajás.

Nos últimos dois anos, a procura pela viagem no Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás cresceu: saltou de 285 mil passageiros por ano em 2017 para quase 330 mil em 2019. Na última pesquisa realizada junto aos usuários, entre os principais motivos da escolha estavam segurança e preço. O valor da passagem de trem chega a ser em média 45% menor que o de ônibus. Em alguns casos, a diferença chega a ser ainda maior: enquanto uma passagem de ônibus entre São Luís e Açailândia pode custar até R$ 198; no trem, esse valor cai para R$ 54,00.

Inteligência artificial e outras tecnologias aplicadas na Estrada de Ferro Carajás

A Vale já utiliza Inteligência Artificial para gerenciar a manutenção da frota de locomotivas, vagões e via permanente da EFC. O processo começa enquanto os trens ainda estão circulando, com a ação dos sensores de monitoramento instalados ao lado da via - chamados de waysides - e ainda dos veículos de inspeção da via.

Utilizando parâmetros como temperatura, ruído, dimensional via laser, ultrassom e vídeo-imagem, os sistemas de monitoramento dizem exatamente a condição de cada locomotiva, vagão e trilho e qual deles precisa de manutenção ou substituição etc. Os milhões de dados colhidos são enviados para uma central em São Luís que utiliza as informações na construção de planos de manutenção precisos, aumentando a segurança da frota.

Outro diferencial, refere-se à tecnologia dos equipamentos utilizados para manutenção, como as mesas automáticas capazes de trocar o rodeiro de um vagão em cerca de 15 minutos. O complexo de oficinas instalado em São Luís (MA) é considerado um dos mais modernos da América Latina com a utilização de robôs para a movimentação de componentes.

Saiba mais sobre a Estrada de Ferro Carajás:

- Construída na década de 80 foi inaugurada com uma capacidade inicial de 30 milhões de toneladas por ano (Mtpa).

- Percorre 27 cidades entre os estados do Pará e Maranhão.

- Tem 970 quilômetros de extensão, com 575 km de via duplicada.

- Utiliza trem-tipo com 330 vagões.

- Cada vagão leva cerca de 104 toneladas.

- Transporta passageiros, minério de ferro, soja e grande parte do combustível que abastece o Sudoeste do Maranhão e sudeste do Pará.

- O Trem de Passageiros transportou em 2019 cerca de 320 mil pessoas.

- Possui uma frota com 300 locomotivas e cerca de 20 mil vagões. A força empregada para puxar um trem com 330 vagões chega a 18.000 cavalos de potência.

 

Fonte: https://www.diarioonline.com.br/noticias/para/561930/es...

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


ANTT autoriza CCR a implantar extensão da Linha 1 do metrô de Salvador.

Foto: Divulgação Elói Corrêa/ GOV BA

A Superintendência de Exploração da Infraestrutura Rodoviária, da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, autorizou a obra de implantação do tramo 3 da linha 1 do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas.

A obra está localizada entre os km 616+800m e km 621+400m, da Rodovia BR-324/BA, sob concessão à Concessionária Via Bahia, em Salvador/BA.

A obra é de interesse da Secretaria de Desenvolvimento Urbano - SEDUR/BA do Governo do Estado da Bahia e da empresa CCR Metrô Bahia.

Como mostrou o Diário do Transportes, a extensão da Linha 1 do metrô de Salvador até a região de Cajazeiras/Águas Claras tem cerca de cinco quilômetros de extensão, parte de Pirajá e terá ainda a construção de duas estações: Campinas e Águas Claras/Cajazeiras.

A obra foi licitada em novembro de 2018. Relembre: Governo da Bahia lança edital do Tramo 3 do Metrô até Cajazeiras

A ordem de serviço para início das obras foi dada em dezembro de 2019.

O metrô de Salvador é operado pela CCR Metrô Bahia que, através de uma Parceria Público Privada com o governo estadual, construiu as linhas 1 e 2 do sistema.

Já a construção das duas novas estações - Campinas e Águas Claras/Cajazeiro - é de responsabilidade direta do governo estadual, cabendo à concessionária a implantação dos sistemas operacionais.

As obras têm duração prevista de 30 meses, com financiamento pelo programa Pró-Transporte FGTS, da Caixa Econômica Federal/ Ministério das Cidades, com contrapartida do estado.

O Pró-Transporte, contrato de financiamento direto, realizado em 2016, tem o valor de R$ 737 milhões e ainda está vigente. A contrapartida do governo da Bahia é de R$ 49,6 milhões, segundo informações da CTB.

A estimativa é que as novas estações beneficiem entre 500 e 600 mil pessoas.

O sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas (estação ainda não construída) é composto por duas linhas, que somam uma extensão de quase 33 quilômetros.

Operado pela concessionária CCR Metrô Bahia, o modal transporta diariamente 350 mil passageiros.

Com as extensões do Tramo 3 da Linha 1 e o Tramo 2 da Linha 2, do Aeroporto até Lauro de Freitas, o sistema atingirá 42 quilômetros.

 

Fonte: https://diariodotransporte.com.br/2020/02/10/antt-autor...

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


CPTM inicia operação do Expresso Educação Linha 10 nesta segunda (10).

Serão cinco viagens em dias úteis de Tamanduateí a Santo André, entre 22h e 23h, beneficiando passageiros da região do ABC Paulista

 

A partir desta segunda-feira (10/02), a CPTM passa a oferecer um novo serviço aos passageiros da região do ABC, especialmente para os que estudam no período noturno. O Expresso Educação Linha 10 oferecerá cinco viagens à noite nos dias úteis entre as estações Tamanduateí e Prefeito Celso Daniel-Santo André, com parada em São Caetano.

As cinco viagens noturnas (três saindo da estação Tamanduateí e duas saindo de Santo André) acontecerão das 22h às 23h (confira horários abaixo). O intervalo entre as partidas é de 30 minutos.

“Essa é uma demanda antiga dos passageiros da CPTM que precisam utilizar o trem depois de um dia de trabalho e estudos. Esperamos proporcionar ainda mais conforto a essas pessoas e garantir uma volta para casa mais rápida e segura”, afirma Pedro Moro, presidente da CPTM.

O Expresso Educação, assim como o Expresso Linha 10, circulará em vias exclusivas, sem interferir no tráfego da Linha 10-Turquesa, que opera com intervalos regulares entre Brás e Rio Grande da Serra. Desde o final de janeiro, o Expresso Linha 10 realiza 33 viagens diárias: 15 pela manhã entre 6h e 9h30 e 18 viagens entre 16h e 20h15.

 

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; CPTM.


Projeto Cine-Vagão tem exibição de filme na próxima quinta-feira (6). 

3 de fevereiro de 2020 08:41 - por Departamento de Jornalismo Cruzeiro FM (Foto: Divulgação)

 

O projeto Cine-Vagão exibe o clássico “King Kong” na próxima quinta-feira (6), na confluência da rua Raphael Parri com avenida Reverendo José Manoel da Conceição, no bairro Angelo Vial, em Votorantim, às 19h30.

A iniciativa cultural começou no dia 30 de janeiro e o objetivo é levar os moradores da cidade à uma viagem pela história do cinema.

O projeto é desenvolvido por meio do Fundo Municipal de Cultura (FMC), promovido pela Prefeitura de Votorantim, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Lazer (Sectur).

As apresentações acontecem, como o próprio nome diz, dentro de um vagão da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS) datado de 1951, o qual foi fornecido pela Sorocabana – Movimento de Preservação Ferroviária. O espaço recebeu uma sala de cinema com projetor, sistema de som e gerador para o funcionamento dos equipamentos. Ao todo serão quinze sessões que ocorrem quinzenalmente até o dia 21 de maio.

O projeto tem o intuito de apresentar clássicos do cinema entre 1930 a 1960, que também foram os anos do auge do transporte ferroviário no Brasil.

Com informações da Secom Votorantim

Edição – Alessandra Santos

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; CRUZEIRO FM.


Trem para o aeroporto de Guarulhos passa a contar com bagageiros.

Outras composições com bagageiros serão incorporadas após testes de segurança Foto: TIAGO QUEIROZ / ESTADÃO

O governo de São Paulo entregou o primeiro trem com bagageiro na linha que liga a capital ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. A composição passa a contar com espaço para malas pequenas, acima dos assentos, e outro para bagagens grandes. Outros sete trens desse lote com as mesmas características estão em testes e deverão começar a ser usadas após a checagem dos protocolos de segurança.

A entrega do equipamento contou com a presença do governador João Doria (PSDB) e do secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Doria autorizou o início da viagem comercial da Estação da Luz à estação Aeroporto-Guarulhos, da Linha 13-Jade da CPTM.  A nova composição da série 2500 foi fabricada pelo consórcio Temoinsa-Sifang, na China.

"Esta composição tem características que aumentam o conforto dos usuários e a funcionalidade. Essa linha será complementada, na medida que viabilizarmos com o governo federal e a GRU Airport, a extensão de mais 1.500 metros até os três terminais do Aeroporto Internacional de Guarulhos", disse Doria.

A linha ao aeroporto enfrenta um problema por, na prática, não chegar aos terminais de embarque de passageiros do Aeroporto de Cumbica. Após a chegada à estação, o caminho deve ser complementado em um ônibus para acesso às áreas de check-in. Uma parceria com o governo federal poderá viabilizar a construção desse trecho final citado por Doria.

"A CPTM tem as formas mais rápidas e baratas para que os passageiros cheguem até o Aeroporto de Guarulhos. Trabalhamos para aperfeiçoar cada vez mais esse serviço da Linha 13-Jade. No último ano, uma de nossas ações foi a ampliação do número de viagens do Connect e Expresso Aeroporto. Esses serviços colocam o Estado de São Paulo em pé de igualdade com as maiores cidades do mundo e irá atender a um público cada vez maior", afirmou Baldy.

Como ir de trem até o aeroporto de Guarulhos;

A linha possui três serviços para atender a demanda de passageiros. No serviço regular, as viagens são realizadas entre as estações Engenheiro Goulart, na Linha 12-Safira, e Aeroporto-Guarulhos, com parada na Estação Guarulhos-Cecap, durante todo o horário comercial. O intervalo entre os trens é de 20 minutos, de segunda a sexta, e aos sábados (das 4h às 9h e das 17h às 20h). Nos demais horários de sábado e aos domingos e feriados, é de 30 minutos.

Para chegar ao centro de São Paulo, o passageiro pode usar o Connect, com viagens da Estação Brás à Estação Aeroporto-Guarulhos, com paradas nas estações intermediárias. Outra opção é o Expresso Aeroporto, com viagens diretas entre Luz e Aeroporto. Os dois serviços têm horários programados.

Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,trem-pa...

FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Acordo permitirá dobrar a capacidade de carga da Ferroeste.

Um acordo comercial entre o Governo do Paraná e a Rumo Logística vai permitir que a Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.) amplie a capacidade de escoamento da safra, beneficiando o setor produtivo do Estado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, durante reunião no Palácio Iguaçu com o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, e lideranças empresariais da Região Oeste.

"Nosso governo está trabalhando para oferecer novas alternativas de transporte ferroviário, com foco no aumento da capacidade de escoamento, reestruturação da malha e no potencial logístico do corredor de exportação Oeste-Leste", ressaltou Ratinho Junior. "Há um grande volume de novas indústrias chegando ao Paraná, ampliando a necessidade logística do Estado", completou.

A expectativa, de acordo com o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, é que o volume de produtos transportados na malha ferroviária que liga Cascavel a Guarapuava passe de 1,1 milhão de toneladas por ano para cerca de 2 milhões/ano.

O novo documento de operação, que deve ser assinado nos próximos dias para garantir segurança jurídica às partes, vai permitir que as duas empresas compartilhem cargas que saem da Região Oeste em direção a Paranaguá. A negociação possibilita à Rumo entrar no trecho da Ferroeste, inclusive com reforço de maquinário. Para que isso aconteça, há uma regulação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Atualmente, a multinacional é responsável pela operação entre Guarapuava e o Porto de Paranaguá. Já a Ferroeste administra o trecho ferroviário entre Cascavel e Guarapuava. "Esse acordo comercial vai permitir uma considerável ampliação no escoamento da safra, já a partir de março. Garante capacidade logística e uma redução de custos para os produtores", explicou Sandro Alex.

SAFRA - O secretário ressaltou que o acordo chega em um bom momento para o Estado. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, poderão ser colhidas até 23,4 milhões de toneladas de grãos em 2020, volume que, se concretizado, será 19% acima do ano passado, quando foram colhidos 19,7 milhões de toneladas.

"Esse acordo com a Rumo, que vai permitir dobrar a capacidade de escoamento da produção, é motivo de muita comemoração em toda a Região Oeste. É mais agilidade e desenvolvimento", destacou Leonaldo Paranhos, prefeito de Cascavel.

O plantio de soja ocupa 92% da área plantada em todo Estado, com 5,4 milhões de hectares. A previsão para a safra de soja 19/20 está mantida em 19,8 milhões de toneladas, volume 23% maior que na safra passada, quando foram colhidas 16,1 milhões de toneladas.

A primeira safra de milho está totalmente plantada, ocupa uma área de 335 mil hectares - 7% a menos que na safra anterior. A estimativa de produção é de 3,1 milhões de toneladas, repetindo o volume da safra passada.

LUCRO - A Ferroeste fechou 2019 com lucro operacional de R$ 453 mil (expurgada as depreciações) e faturamento bruto na casa dos R$ 30,5 milhões. Desde o início da operação da empresa estatal, em 1996, é a primeira vez que um ano termina no azul.

Planejamento estratégico, redução de custos e uma série de outras medidas explicam o desempenho. A Ferroeste registrou faturamentos mensais na casa de R$ 3 milhões em 2019 e alcançou R$ 30,5 milhões no acumulado dos doze meses. Esse montante é 49% superior a 2018, com R$ 20,5 milhões, e 75% maior em relação a 2017, ano de R$ 17,4 milhões de faturamento.

O volume total de cargas transportadas também foi recorde no ano passado, com 1,1 milhão de toneladas, contra 780 toneladas de 2018, crescimento de 46%. A melhor marca anterior havia sido registrada em 2016, com 826 toneladas.

"O desempenho altamente positivo da Ferroeste é uma demonstração da importância que o nosso governo dá ao modal ferroviário, dentro da estratégia global de ampliar e aprimorar a infraestrutura e logística do Paraná", ressaltou o governador.

BOX 1

Estado quer ampliar malha ferroviária paranaense

Em paralelo ao aumento da eficiência da Ferroeste, a Secretaria de Infraestrutura e Logística discute alternativas para o crescimento da malha ferroviária do Estado, com foco na ligação entre a malha atual e o Mato Grosso do Sul. São discutidos modelos de concessão e parcerias público-privadas.

O Governo do Estado contratou em 2019 o EVTEA-J (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica) dos projetos da Nova Ferrovia (Paranaguá a Maracaju, no Mato Grosso do Sul) e do ramal ferroviário Cascavel a Foz do Iguaçu. Uma vez que confirme todos os requisitos, a empresa terá doze meses para a elaboração do estudo, que contemplará 1.370 quilômetros.

Os investimentos do Governo do Estado nessa modelagem somam R$ 6 milhões, como parte do contrato de financiamento do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Há, ainda, a previsão de um corredor intermodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu, com expectativa de lançamento do edital em 2021. A ligação está orçada em cerca de R$ 1,6 bilhão.

O projeto prevê transporte por via fluvial e terrestre entre Foz do Iguaçu e Cascavel pela nova perimetral Leste, parte do projeto da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, além do transporte ferroviário, o que concretizará aumento expressivo da movimentação de trens e cargas no Oeste do Paraná, ampliando a geração de emprego e o PIB do Estado.

O próximo passo seria a concretização da ligação Paranaguá-Maracaju, com integração do trecho intermodal Foz do Iguaçu-Cascavel. A programação contempla linhas Cascavel-Guarapuava-Litoral, cobrindo uma região estratégica para o País e o continente. A ligação teria 1.000 quilômetros. A ideia é que 50 milhões de toneladas de cargas, entre exportações e importações, sejam transportadas por este ramal.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?s...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Sob novo comando.

Vista aérea da estação Central do Brasil - Foto: Leandro Santos

Shisa Kanko é um técnica que surgiu nas ferrovias japonesas há mais de 100 anos, como forma de aumentar o nível de atenção e concentração e reduzir o número de erros. O nome pode ser traduzido livremente para apontar e falar, o que, no caso do maquinista, consiste em prestar atenção em tudo à sua volta, apontar o que for mais importante e falar em voz alta. O sinal ficou verde, ele aponta e fala de dentro da cabine: Ficou verde. Em 2019, todos os maquinistas da SuperVia, concessionária de trens metropolitanos do Rio de Janeiro, começaram a ser treinados com essa técnica.

Esse é só um dos exemplos de como a chegada dos japoneses à operadora está provocando uma série de mudanças no jeito de pensar e gerir a operação de transporte sobre trilhos no Rio. Desde maio de 2019, a SuperVia é controlada majoritariamente pela Gumi, uma subsidiária da Mitsui com os sócios Japan Railway West, maior operadora de trens de passageiros do Japão, e o Join, banco de fomento que atende empresas japonesas fora do Brasil, com foco em infraestrutura e mobilidade.

A troca de comando trouxe desafios para os dois lados. Pelo da SuperVia, vieram mudanças na gestão. A companhia trocou de presidente (José Carlos Prober, do quadro da Odebrecht Transport, deu lugar a Antonio Carlos Sanches, que era presidente de uma companhia de distribuição de energia elétrica de Pernambuco, a Celpe), fez alterações em sua estrutura funcional, além de estar revisitando questões corporativas como missão, valores e visão.

A Mitsui, por sua vez, passou a acompanhar de perto a operação de um sistema de transporte sobre trilhos no Rio, onde problemas recorrentes são inimagináveis no Japão. A Mitsui já fazia parte do quadro acionário da SuperVia, mas de forma secundária, através de sua fatia na Odebrecht Transport.

Um dos problemas mais graves é a escalada da violência urbana, que chegou com força à linha de trem. Em 2019, por exemplo, teve maquinista sequestrado por traficantes, aumento do número de furtos de cabos, depredações e vandalismo nas estações. No ano passado, foram necessárias 69 paralisações na circulação dos trens por conta de tiroteios nas imediações do sistema, que totalizaram 67 horas e 40 minutos de alteração na operação.

Combinado a isso, a companhia enfrentou o agravamento de uma crise que já vinha acontecendo havia três anos, com 70 trens encomendados à China Railway Rolling Stock Corporation (CRRC) pelo estado em 2014. Quarenta deles foram retirados de circulação de uma só vez no último dia 18 de novembro, por conta de defeitos técnicos nas caixas redutoras (de engrenagem) dos carros, alterando o número de viagens e o intervalo de trens nos oito ramais operados pela SuperVia.

Histórico dos trens O processo de renovação da frota da SuperVia foi iniciado em 2012, com a entrega de 30 trens chineses adquiridos pelo governo do Rio. Em 2014, outros 70 foram encomendados na China pelo estado, totalizando 100 novas composições - número que corresponde hoje à metade da frota total da concessionária, composta por 201 trens. O que seria o prenúncio de melhoria da qualidade do transporte sobre trilhos, revelou-se um transtorno.

Os 70 trens que vieram no segundo lote de encomendas apresentaram defeitos nos rolamentos das caixas redutoras desde que começaram a operar há cerca de três anos, segundo a SuperVia. Embora vindos da China e da mesma fabricante, os trens do primeiro e do segundo lotes tiveram processos distintos de produção. Enquanto para os trens do primeiro lote, as caixas foram fabricadas pela CRRC; para o segundo, as mesmas foram fornecidas pela alemã Voith Turbo que, inclusive, firmou em 2019, uma joint-venture com a CRRC para atuação no mercado ferroviário.

Os 30 trens do primeiro lote nunca apresentaram problemas atípicos, afirma a SuperVia, ao contrário do segundo lote que, além dos defeitos nas caixas redutoras, registrou problemas recorrentes no ar-condicionado (que nem sempre funciona em todos os carros) e no sistema de comunicação, como os televisores usados para informações aos passageiros, que, diz a companhia, nunca funcionaram plenamente.

Em 2017, um ano e meio após a conclusão da entrega, os 70 trens passaram por uma recall na fábrica da Voith em São Paulo, para a troca dos rolamentos das caixas, fato que, segundo a SuperVia, acabou gerando mais problemas. Quando os trens chegaram ao Rio, a previsão era que os rolamentos tivessem uma vida útil de 1,2 milhão de km. Após a recall, caiu para 300 mil km, mas na realidade, a duração foi de cerca de 60 mil km, comenta o presidente da concessionária, Antonio Carlos Sanches. Cada trem chinês tem quatro carros. Cada carro conta com duas caixas de engrenagem (com um rolamento cada), totalizando oito caixas por trem.

Os rolamentos foram trocados, mas continuaram a apresentar problemas. A gente tinha praticamente 10 trens sempre fora de operação, porque eles iam para manutenção, trocava, saía, entrava outro. A cada período, a equipe chinesa pedia para tirar um trem de circulação para fazer inspeção e avaliar a caixa, afirma.

Dentro das mudanças recentes implementadas pela nova gestão da SuperVia, está a unificação das áreas de Operação e Manutenção. Para comandá-la, o escolhido foi o engenheiro mecânico Alexandre Jacob, de 44 anos, que assumiu o cargo de diretoria na segunda semana de novembro. O executivo, formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, veio da MRS Logística, onde atuou 18 anos na área de Engenharia e Manutenção.

Jacob diz que a manutenção da caixa comumente era feita na fábrica da Voith, em São Paulo. A desmontagem acontecia em uma das oficinas da concessionária e o equipamento era enviado de caminhão para substituição de rolamento ou alguma outra peça necessária. Isso estava em torno de seis a oito caixas por semana. Mas o índice de quebra aumentou muito em função do recall não ter funcionado e coincidiu de a quebra acontecer ao mesmo tempo. Foi chegando a um número alarmante, até a CRRC solicitar a retirada dos 40 trens.

O executivo diz que o caso foi tão grave que outras peças, além dos rolamentos, se deterioraram dentro das caixas. Em algumas delas, o motor de tração travou. Temos pedaços de engrenagem, pedaços de peças destruídas. Parávamos o trem para manutenção e já estava quebrada. Não chegou a oferecer risco, porque fazíamos as inspeções e sinalizávamos para a retirada do trem. Existiria risco se continuássemos a operar daquele jeito.

Solução proposta Dos 40 trens retirados de operação, o presidente da SuperVia, Antonio Sanches, conta que 23 voltaram à operação ao longo do mês de dezembro e os outros 17 voltarão até 17 de janeiro deste ano, de acordo com uma programação estabelecida entre governo do estado, concessionária e CRRC, em reunião no dia 19 de novembro. A solução para a volta das composições a curto prazo, porém, é intermediária: a Voith está fazendo a troca de rolamentos para dar uma sobrevida às caixas redutoras até que a conclusão definitiva aconteça, que será a substituição de todas as caixas alemães dos 70 trens do segundo lote por chinesas, produzidas pela CRRC. Os trens ainda estão na garantia.

Está prevista para abril de 2020 a chegada das primeiras caixas de engrenagem vindas da China. A ideia é que as caixas tenham as mesmas especificações das que compuseram o primeiro lote de 30 trens que chegaram ao Rio. O prazo para a troca de todas as caixas (são 560 no total) é até 22 de setembro deste ano.

O termo de compromisso assinado com entre a operadora e o governo estabelece ainda que, durante o período em que for realizada a troca das caixas de engrenagem provisória para a definitiva, não pode haver retirada de mais de quatro trens de circulação, simultaneamente, para o mesmo fim. Outros trens só podem sair de circulação para o reparo com o retorno da unidade anterior.

As primeiras entregas serão aéreas, depois terão algumas por navio, porque não adianta me entregar 500 caixas de uma vez que eu não vou parar a frota toda. Tem que parar sem interromper a operação, explica Sanches.

O intervalo entre trens, que chegou a dobrar em alguns ramais, voltou ao patamar normal (por volta de 10 minutos). No primeiro dia de operação sem os 40 trens (18 de novembro), a SuperVia perdeu cerca de 50 mil passageiros. A companhia estima que deva ter perdido 200 mil passageiros na primeira semana após a saída dos trens, o que pode acarretar num pedido de indenização, afirma o executivo.

Quem tem a relação com o fabricante é o governo do estado e essa perda de receita causa um desequilíbrio no nosso contrato. Então o caminho natural é a gente buscar um equilíbrio de contrato e isso é via estado e secretaria de transportes. Não temos essa relação direta com o fornecedor chinês, mas ele está presente dentro da nossa oficina. Eles montaram um núcleo ali para poder fazer parte dessa assistência, da manutenção, diz Sanches, que também avalia a possibilidade de acionar a fabricante.

O representante da CRRC no Rio, Marco Polo Moreira Leite, esteve presente na reunião com o governo do estado em que foi assinado o termo de compromisso para a volta dos 40 trens. O empresário é dono da Asian Trade Link, uma empresa especializada, entre outros, em assessorar comitivas chinesas que querem fazer negócio no Brasil. No caso da SuperVia, Marco Polo foi o representante legal da CRRC no Rio, uma exigência do contrato de financiamento do Banco Mundial ao governo do estado para a compra dos trens.

Ele confirma que houve alterações no projeto entre o primeiro e segundo lotes de trens vindos da China, mas que as mudanças foram feitas para que pudessem atender melhor o mercado brasileiro. Os trens da China são os melhores do mundo, elogia ele, dizendo que a posição dos chineses é de não arrumar briga. A estratégia da empresa, assim como de toda estatal chinesa, é evitar qualquer tipo de briga ou disputa. Para não correr o risco de novos problemas, a CRRC aceitou trocar todas as caixas e isso já está sendo feito. O interesse é solucionar.

Desde que os trens chegaram ao Rio, há cinco profissionais da CRRC nas oficinas da SuperVia auxiliando a manutenção das composições (depois da crise dos 40 trens, esse número pulou para 10). Sem entrar em detalhes, Marco Polo diz que houve discussões entre a fabricante e a SuperVia envolvendo as condições oferecidas pela concessionária para a alocação da equipe chinesa.

No dia 17 de dezembro, SuperVia e a Defensoria Pública do Rio assinaram um acordo que garantiu a distribuição gratuita por parte da companhia de 130 mil bilhetes no valor de R$ 600 mil. Marco Polo não esteve presente nessa reunião. A concessionária chegou a pleitear com a fabricante o ressarcimento desse valor. Marco Polo confirma o pedido. Sim, houve, e estamos tentando chegar a um acordo. Já a secretaria afirmou em nota que paralelamente à

celebração do acordo, o estado está estudando a aplicação de uma multa ao fornecedor pelas falhas apresentadas.

Procurada, a Voith enviou uma nota: no âmbito das nossas possibilidades e responsabilidades contratuais, estamos comprometidos a trabalhar para resolver a situação o mais rapidamente possível. As nossas caixas redutoras são utilizadas em todo o mundo, cumprindo os mais elevados padrões de qualidade e sendo fabricadas com base nas especificações do cliente. Como subfornecedores, não podemos dar outras declarações, além de não podermos falar em nome do nosso cliente, CRRC.

Trens chineses no MetrôRio O MetrôRio tem em sua frota 34 trens fabricados pela CRRC e com caixas redutoras da Voith, entregues em dois lotes entre 2013 e 2015. Segundo a companhia, as composições nunca apresentaram problemas técnicos atípicos e operam seguindo a programação normal de manutenção da empresa. Internamente o MetrôRio atribui isso também a um controle de qualidade rígido, feito por uma equipe de engenheiros da companhia, que ficou vários meses acompanhando de perto a definição e a escolha de todos os componentes e equipamentos utilizados na montagem do trem. O processo se repetiu nos dois lotes encomendados. Durante a produção foram apresentadas alternativas tecnológicas que acabaram não sendo aprovadas.

O presidente da Central Logística (vinculada à secretaria de Transportes do Estado do Rio), Carlos Alberto Buss, disse que o órgão também enviou uma equipe técnica à China antes do início da produção dos dois lotes de trens para a SuperVia, com o intuito de aprovar e definir o projeto de fabricação. Ele confirma que o consórcio chinês apresentou a mudança da caixa redutora para os trens do segundo lote, produzidas pela Voith. Em nenhum momento nossos técnicos contestaram essa mudança proposta. Não passa pela cabeça de nenhuma pessoa achar que a tecnologia alemã não será uma boa escolha. Acreditávamos que tratava-se de um upgrade, afirma.

Buss assumiu o cargo em junho de 2019, quando a situação dos trens chineses já estava crítica. Ele conta que no dia 29 de outubro (20 dias antes da paralisação dos 40 trens) organizou uma reunião com o representante da CRRC no Rio, Marco Polo Moreira Leite e técnicos da Central Logística, com o objetivo de solucionar definitivamente o problema. Já tínhamos proposto a troca de todas as caixas dos 70 trens, que foi aceita pela CRRC. No dia 19 de novembro, estabelecemos o cronograma para a entrega dessas caixas, com a presença de dois diretores da CRRC, que vieram da China para esse acerto, explica.

As caixas redutoras, ressalta Buss, estão em garantia e assim permanecerão até setembro de 2022, caso não apresentem mais problemas. Se apresentarem, a garantia se estende até que os equipamentos passem a funcionar plenamente, segundo o contrato de compra dos trens. Importante dizer que não há nenhum gasto adicional do governo. Estávamos há três anos num ciclo vicioso de tentativas de conserto que não deram certo. Dessa vez, acredito que chegamos à solução definitiva para esse problema. A Central Logística é o ponto focal entre governo do estado e a SuperVia. Segundo Buss, a equipe técnica vem acompanhando de perto o problema com os trens. Fazemos reuniões quinzenais com a equipe da SuperVia para acompanhar a performance das composições.

Violência na linha

A SuperVia tem uma malha de 270 km, que passa por 122 comunidades do Rio, algumas delas com um dos maiores índices de violência e criminalidade da cidade. Por aí já se pode ter ideia do tamanho do problema. De janeiro a novembro deste ano, a concessionária registrou 100 furtos de cabos no sistema, em que foram removidos 6.224 metros de fios de cobre. Em todo o ano passado, foram contabilizados 175 casos. A maior parte das ocorrências de 2019 ocorreu no ramal Japeri, seguido dos ramais Deodoro, Saracuruna, Santa Cruz e Belford Roxo - esse último é o único que opera em regime de rádio frequência há dois anos, em função de dois furtos de cabos seguidos. Os outros ramais operam por ATP.

Sanches afirma que está tentando soluções junto ao governo do estado. Uma delas seria aumentar o efetivo do Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer), vinculado à Polícia Militar do Rio, e que hoje conta com apenas 80 homens. "No passado, o GPFer já foi um batalhão ferroviário com 400 homens. Na questão dofurto de cabos, temos trabalhado com delegacias da Polícia Civil para que seja feito um trabalho maior na identificação dos receptadores, na maioria ferros-velhos", ressalta.

Está previsto para esse ano também obras de segregação de via, construção de muros e passarelas em trechos mais críticos da malha. O financiamento seria do governo do estado com o Banco Mundial, no valor de R$ 40 milhões. São ao todo 90 passagens em nível oficiais e 180 clandestinas. "Tem muitos muros da nossa via que o pessoal quebra para fazer uma passagem clandestina, seja para atravessar de uma rua para outra, porque a cidade foi crescendo no entorno da estação. Isso acaba propiciando também o acesso indevido das pessoas que entram para furtar cabo".

Todas essas medidas estão sendo acompanhadas de perto pela Mitsui, que de forma periódica destina uma equipe para fazer missões técnicas na SuperVia. A ideia é fortalecer o intercâmbio de ideias. Sanches, inclusive, esteve em dezembro no Japão para estruturar um plano de treinamento com alguns funcionários da companhia, que irão ao Japão para aprender e trocar

experiências técnicas. "Mais para entender essa cultura para a gente adaptar e colocar aqui. Eles têm umInstituto de Segurança que foca na segurança ferroviária. Tem acordos e convênios com universidades, desenvolvem pesquisas, estudos técnicos. Então, vamos fazer trabalhos em conjunto com eles para aproveitar todo esse material já produzido".

A previsão da controladora Gumi, segundo o presidente da SuperVia, é investir no sistema cerca de 80 milhões/ano nos próximos 10 anos, para melhorar o nível de serviço e atrair mais passageiros. Não há previsão de compra de novos trens ou de troca de sistema de sinalização. A ideia é investir na melhoria doatendimento aos usuários. "Nada impede que a gente faça revisões anuais para aumentar o valor de investimento". A concessão da SuperVia vai até 2048.

Um dos focos da Mitsui é trabalhar a educação dos usuários e do entorno. Está nos planos para esse ano a criação do Instituto SuperVia, voltado para trabalhos sociais que abordem segurança, lixo e estimule a consciência das pessoas em relação a passagens em nível e invasão nas linhas. 'É um trabalho que vamos fazer nas comunidades em que os nossos trens circulam. É de longo prazo? Sim. Mas se a gente não fizer e não tentar influenciar esse entorno, vamos ter cada vez mais problemas".

De choque em choque

A entrada dos japoneses é o segundo choque de gestão pelo qual passa a operadora de trens de subúrbio do Rio de Janeiro. Quando privatizado em 1998, o sistema estava sucateado e prestava um péssimo serviço à população. A frequência era irregular, os trens antigos e sem ar-condicionado, numa região em que as temperaturas são altas até no inverno. Os trens circulavam de portas abertas, lotados e com aventureiros conhecidos como "surfistas ferroviários" que circulavam no teto das composições, entre as catenárias e linhas do sistema eletrificado. Com frequência, as composições paravam por falhas e eram depredadas por passageiros furiosos.

Essa situação começou a mudar em 2005 com a entrada de João Gouveia no comando da operação da Supervia. O índice de falhas era ascendente e, só naquele ano, foram 12,3 mil ocorrências distribuídas em todos os sistemas, de via permanente e material rodante à rede aérea e subestações. Em menos de um ano, foram eliminados gargalos na infraestrutura que permitiram aumentar o número de viagens e a confiabilidade do sistema com a mesma quantidade de trens. Os  descarrilamentos, que chegaram a 25 em 2005, caíram para três ao ano atualmente. As falhas anuais foram reduzidas a um terço do registrado em 2005. E o número de passageiros transportados quase dobrou: de 350 mil/dia para 605 mil/dia.

Em 2011, a Odebrecht Transport (OTP) assumiu o controle da operadora, com aporte de R$ 1,2 bilhão na compra de trens e melhorias nas estações. O governo do estado também aportou R$ 1,2 bilhão na compra e reforma de trens. Mudanças operacionais, novos protocolos e sistema de sinalização transformaram a empresa em um metrô de superfície, o que a levou a ser eleita três vezes consecutivas melhor operadora de sua categoria pelo Prêmio Revista Ferroviária (2013, 2014 e 2015).

Nos Jogos Olímpicos de 2016, a SuperVia atingiu o recorde de 735 mil passageiros/dia e ganhou 86% de nível de satisfação dos usuários durante o evento. "Foi o maior desafio da minha carreira. Colocamos em prática uma estratégia que visava encantar os passageiros. E deu certo", comemora Gouveia, que deixou a SuperVia, mas continua no setor como vice-presidente da ANPTrilhos e membro efetivo do Conselho Fiscal da Confederação Nacional dos Transportes.

Formado em engenharia mecânica, João Gouveia entrou na Fepasa em 1981 como trainee. Chegou à superintendente da Unidade Regional 2 (UR-2), antiga E.F. Sorocabana, com sede em Botucatu (SP). Lá liderou um plano de transporte para otimizar a operação e incentivar os ferroviários, fato que rendeu elogios dos clientes - coisa rara na época - e o título de Melhor Operadora pelo Prêmio Revista Ferroviária de 1994. Passou pela presidência da Ferroban, quando foiescolhido Ferroviário do Ano de 2000 pelo Conselho Editorial da Revista Ferroviária, e, depois, tornou-se diretor de Operações da Brasil Ferrovias.

*Reportagem publicada na edição de Novembro/Dezembro 2019 da Revista Ferroviária.

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Governo Doria quer ligar SP a Campinas com linha inspirada em trem de Miami.

Brightline, serviço operado por empresa privada nos EUA: ações vão bem na Bolsa, mas acidentes geram críticas. Imagem: Brightline / Divulgação

?Pela quinta vez em 16 anos, o governo de São Paulo promete um trem entre a capital paulista e Campinas. Agora, o projeto é uma linha inspirada no Brightline, que conecta Miami, Fort Lauderdale e West Palm Beach e se apresenta como o único serviço ferroviário de passageiros dos Estados Unidos com proprietários e operadores particulares. Por aqui, a ideia do governo tucano é também deixar para a iniciativa privada as obras e a operação do futuro serviço, batizado de TIC (Trem Intercidades Paulista). A ferrovia deverá se estender até a cidade de Americana, a 40 quilômetros de Campinas e a 130 quilômetros de São Paulo.

A linha é promessa de campanha do governador João Doria (PSDB), que afirma que desta vez as obras sairão do papel, embora não apresente prazo para início da operação. Decisão federal ajuda trem paulista

Segundo o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a pasta quer terminar até dezembro as audiências públicas e a assinatura do contrato para início das obras. Doria chegou a incluir outros trechos no seu plano de transporte ferroviário, mas o trajeto até Americana é tratado como prioritário.

No fim do ano passado, uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) deu um empurrãozinho ao projeto. Questionado pelo Ministério da Infraestrutura se era possível renovar a concessão da malha ferroviária federal em vez de realizar nova licitação, o TCU aprovou a renovação sob a condição de que todas concessionárias de logística, hoje operadoras da malha, executem diversas obras de melhoria. Dessa forma, a concessão das vias para transporte de carga que vence em 2028 deverá se estender até 2058 e implicará numa série de investimentos da parte das concessionárias. No caso do Estado de São Paulo, onde a malha ferroviária federal tem 2.000 quilômetros e corta 70 cidades, Além das empresas de logística que renovarão a concessão e farão obras para permitir a implantação do trem de passageiros, será feita licitação para escolher empresa que operará o sistema e também fará parte das obras. "É provável que as empresas tenham de construir uma via dedicada para carga pelo menos a partir de Perus", afirmou Baldy.

SP-Campinas em uma hora Baldy afirmou que o governo trabalha neste momento na modelagem do projeto, mas há várias decisões que já foram tomadas e outras medidas, cogitadas. O tempo de viagem é uma delas: deverá ser de uma hora entre São Paulo e Campinas, para ser competitivo com o automóvel e o ônibus. A secretaria estimou potencial de 65 mil passageiros por dia no trajeto.

Outro item a ser definido é o preço. Hoje, a viagem de ônibus custa R$ 28. É provável que o trem seja movido a biodiesel, assim como ocorre no trem da Flórida, e não eletrificado. Um dos pontos quase pacíficos, de acordo com o secretário, é que a composição terá linha férrea dedicada ao expresso.

Para conseguir cumprir o trajeto de pouco mais de 100 quilômetros entre Campinas e São Paulo em uma hora, será necessário que o trem circule a uma velocidade superior a 120 quilômetros por hora, contando o fato de que poderá parar em cidades do caminho, como Vinhedo e Valinhos, endereço de muitos trabalhadores da capital.

Extensão da linha 7-Rubi O trem para Americana será uma extensão da Linha 7-Rubi, que hoje liga a estação da Luz, em São Paulo, a Jundiaí, em uma hora e meia de viagem. Na primeira semana de janeiro de 2019, conta o secretário, ele se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Baldy afirma que as intercorrências na relação entre Jair Bolsonaro (sem partido) e Doria (PSDB), que passou a criticar o presidente, não afetaram os andamentos do projeto. "Para nós, não mudou nada. O tratamento segue sendo o mesmo", afirma Baldy.

O trem de Miami Na Flórida, o Brightline funciona desde maio de 2018 e liga Miami Central a West Palm Beach, a 110 quilômetros, em uma hora, com parada em Fort Lauderdale. Enquanto as ações da companhia brilham na Bolsa de valores americana, acidentes fatais sem explicação aparecem periodicamente nos jornais da Flórida.

No mais recente, do dia 19 de novembro, o trem se chocou com um carro, e o motorista do carro morreu. O trem corta áreas urbanas com uma velocidade que ultrapassa 130 quilômetros por hora. A operadora anunciou a chegada a região de Tampa para logo mais e a disposição de fazer o trajeto até Orlando, a 380 quilômetros de Miami, em três horas. A estação final a ser construída pela empresa Virgin deverá ser localizada próxima de algum dos parques temáticos da cidade.

Há versão em português no site, devido a demanda de brasileiros na área. "É um projeto que guarda semelhanças com o nosso, por ser de um estado que está retomando o transporte ferroviário após décadas de expansão rodoviária, por conectar também uma grande região metropolitana", analisa o secretário Baldy.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Expresso Linha 10 dobra número de viagens diárias a partir de segunda (27).


O Ampliação do serviço beneficia os moradores do ABC

?A partir desta segunda-feira (27/1), o número de viagens do Expresso Linha 10 da CPTM praticamente dobrará, saltando de 17 para 33 percursos nos dias úteis.  O serviço funciona entre as estações Tamanduateí e Prefeito Celso Daniel-Santo André, com parada em São Caetano, nos horários de pico de segunda a sexta-feira.

Cerca de 20 mil passageiros utilizam o serviço diariamente. O trajeto é percorrido em cerca de dez minutos e os trens partem com intervalo de 30 minutos. Pela manhã, serão realizadas 15 viagens entre 6h e 9h30. No período da tarde, serão 18, das 16h às 20h15.

Com a ampliação do número de viagens, os trens passam a prestar serviço nos dois sentidos, entre Santo André e Tamanduateí, com uma parada na Estação São Caetano. Lembrando que em Tamanduateí há integração gratuita com a Linha 2-Verde do Metrô.

Até agosto eram realizadas 16 viagens diárias. Na época, a CPTM conseguiu inserir mais uma à grade, no final do dia, totalizando 17 percursos nos horários de pico. O Expresso Linha 10 circula em vias exclusivas, sem interferir no tráfego da Linha 10-Turquesa, que opera com intervalos regulares entre Brás e Rio Grande da Serra.

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; CPTM.


Metrô da Barra terá horário ampliado e circulará domingos e feriados.

Elisa Rodrigues na Linha 4, que usa para ir ao trabalho, na Barra: menos três horas de viagem Foto: Leo Martins / Fotos de Leo Martins

?A Após três meses aberto à população, o metrô da Linha 4 (Ipanema-Barra da Tijuca) inicia uma nova fase, no dia 17, quando o horário será estendido de segunda a sábado, das 5h à meia-noite. Hoje, a operação é das 6h às 21h. No dia seguinte, passa a funcionar aos domingos - os feriados também serão contemplados -, das 7h às 23h. Com isso, o serviço será oferecido todos os dias da semana, nos mesmos horários das linhas 1 e 2. As mudanças, segundo a concessionária MetrôRio e a Secretaria estadual de Transportes, devem gerar no trajeto um aumento gradativo no número de passageiros.

Desde a inauguração, a quantidade de usuários da Linha 4 já dobrou, atingindo hoje 110 mil por dia, com o funcionamento de segunda a sábado. O número ainda está longe dos 300 mil passageiros esperados antes da entrega do trecho entre Ipanema e Barra. Mas o diretor de operações da MetrôRio, Daniel Habib, afirma que o fluxo está dentro do esperado. E estima que o novo trecho do metrô já retirou, num cálculo inicial, dois mil veículos por dia das ruas.

- A região da Barra não era atendida pelo transporte de alta capacidade. O bairro foi construído em função do carro. Com a integração tarifária com o BRT, isso está mudando, e mais gente está optando pelo metrô, deixando o carro na garagem - diz Habib, observando que o perfil de usuários é variado. - Há desde quem precisa se deslocar entre a Barra e o restante da cidade a trabalho como aqueles que costumavam ir à região a lazer ou passaram a frequentá-la agora.

Tempo a mais com a família

A concessionária negocia com condomínios da Barra para que os ônibus usados por moradores parem na estação Jardim Oceânico em vez de irem até a Zona Sul e o Centro. Moradora de São João de Meriti, a cozinheira Elisa Rodrigues trabalha na Barra e diz que, com a Linha 4, leva até três horas a menos por dia em seus deslocamentos. Viagem, segundo ela, mais rápida e confortável.

- Antes, ia de metrô até a Tijuca, depois pegava um ônibus pelo Alto da Boa Vista. De manhã, saía de casa às 6h, para entrar no trabalho às 9h. Levava horas. Agora, saio entre 7h e 7h30m, e chego antes da hora. Ganhei um tempo a mais de sono, fico mais com a família e ainda dá para bajular minha netinha, que acabou de nascer - diz ela. - A Barra era muito complicada de transporte.

Tem melhorado bastante. Acredito que os novos horários de funcionamento da Linha 4 vão facilitar ainda mais.

Por enquanto, os passageiros que vierem da Linha 1 continuarão fazendo baldeação na estação General Osório, em Ipanema, para seguirem até a Barra. Mas, no segundo trimestre do ano que vem, será possível ir da estação Uruguai, na Tijuca, até o Jardim Oceânico, na Barra, sem trocar de composição. Enquanto isso, Habib afirma que devem ser reduzidos gradativamente os intervalos entre os trens na Linha 4, passando dos atuais seis minutos e 30 segundos para a média de quatro minutos e 30 segundos das linhas 1 e 2 nos horários de pico.

- Hoje, é possível ir da Barra ao Centro, em média, em 30 ou 40 minutos, dependendo da estação de embarque e desembarque. Quando não houver mais a baldeação, esse tempo vai reduzir. Até Ipanema, já são cerca de 15 minutos. Isso gera um impacto na qualidade de vida das pessoas, mais produtividade no trabalho e economia financeira - ressalta Habib.

Os hábitos do chef de cozinha Ettore Siniscalchi mudaram, e sair da Barra para correr em volta da Lagoa já faz parte de sua realidade. No sábado, foi almoçar em Ipanema.

- Antes, não pensaria nisso. Teria que enfrentar o trânsito todo daqui até lá. Fui, almocei e voltei. Tudo em duas horas - diz ele, que tem um restaurante no Condado de Cascais.

A partir de hoje, serão colocados à venda 150 mil bilhetes especiais para o réveillon em Copacabana. Os cartões - R$ 8,20 ida e volta, e R$ 4,10 ida ou volta - podem ser comprados nas estações Pavuna, Uruguai, Central, Carioca, Glória, Siqueira Campos, Jardim de Alah e Jardim Oceânico.

INTEGRAÇÃO COM A GÁVEA MUDA PARA O LEBLON

O itinerário dos ônibus do metrô de superfície também muda a partir de sábado. A linha de Botafogo não sofrerá alterações. Mas a da Praça General Osório até a Gávea passará a sair da Estação Antero de Quental. O percurso será reduzido para 1,5Km, com seis paradas na ida e na volta. Do Leblon para a Gávea, o trajeto será, agora, pela Rua Marquês de São Vicente, com ponto na altura do número 124. Por isso, a parada da Estação Bartolomeu Mitre muda de lugar, do Largo Sérgio Vieira de Mello, na altura do número 701, para a pista lateral direita da via, próximo ao número 630. As demais paradas não terão mudanças.

O secretário de Transportes, Rodrigo Vieira, diz que o estado busca financiamento para as obras de extensão da Linha 4 até a Gávea. A pasta ainda trabalha em projetos futuros para expandir a Linha 2 até a Praça Quinze e no plano diretor metroviário do Rio dos próximos 25 anos.

Fonte: https://oglobo.globo.com/rio/metro-da-barra-tera-horari...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Linha Verde do metrô de SP terá oito novas estações.

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (17) a ampliação da Linha 2 - Verde do metrô. O projeto prevê a construção de mais 8,3 quilômetros e oito novas estações, além da interligação com a Linha 1 - Vermelha do Metrô e as linhas Coral e Prata da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Devem ser investidos R$ 6 bilhões de recursos do governo estadual para as obras e desapropriações necessárias. O valor inclui ainda a aquisição de 22 novos trens. A estimativa é que os trabalhos sejam concluídos em 2026, permitindo que a Linha Verde atenda a mais 300 mil passageiros, além dos que circulam atualmente, transportando um total de 1 milhão de pessoas por dia.

Quando a ampliação for concluída, a Linha Verde deverá ser a mais extensa do metrô de São Paulo, com 23 quilômetros de trilhos e 22 estações, da Vila Madalena à Penha. No trajeto, ela se conectará com as linhas Azul, Vermelha, Amarela e Lilás do metrô e as linhas Prata e Coral da CPTM.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-01/l...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


LINHA 8 PODE SER ESTENDIDA ATÉ SOROCABA.

– Por Portal Carapicuiba;

A Linha 8 conta com 24 estações e transporta, diariamente, mais de 600 mil pessoas

O Governo do Estado tem estudado fazer a concessão das Linhas 8 (Amador Bueno – Júlio Prestes) e 9 (Osasco – Grajaú), da CPTM, à iniciativa privada. Contudo, há também o plano de implantar o trem regional, ligando a Capital ao município de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Respondendo a um seguidor numa rede social, o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, disse que a extensão da Linha 8 até Sorocaba é estudada pelo governo, e que isso pode ser incluído na concessão.

“Temos estudos sendo feitos, com previsão de levar o trem de passageiros da Linha 8 até Sorocaba na Concessão que será colocada aos investidos privados”, explicou.

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; PORTAL CARAPICUIBA.


TRENS CHINESES VOLTARÃO A CIRCULAR NA SUPERVIA NESTA SEGUNDA-FEIRA (13/01).


Nesta segunda-feira (13/01/2020), os trens chineses da CRRC (China Railway Construction Corporation) que foram enviados para a manutenção, na SuperVia, desde o dia 18/11/2019, voltarão a circular, e os horários serão normalizados.

A retirada destes veículos obrigou a SuperVia a reorganizar o planejamento operacional de vários ramais por meses, aumentando intervalos e causando transtornos a milhares de passageiros.

O material rodante da CRRC, fruto de um segundo lote de compras feitas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro foram adicionados a operação da SuperVia entre os anos de 2014 e 2016. Em setembro/2016, a Supervia identificou problemas técnicos nos veículos, em especial na caixa de tração (engrenagem que transmite energia do motor para eixo e rodas) e comunicou os fabricantes, a chinesa CRRC.

Após análise técnica, foi identifica a necessidade de substituição do tipo de peça. Desde novembro de 2018, a fabricante passou a realizar um recall até que em junho de 2019, em vistorias, novas falhas foram identificadas. Após a análise da diversas falhas, a própria CRRC solicitou a retirada dos veículos.

Lucas Evaristo (Opinião): Espero que os fluxos sejam normalizados e a SuperVia volte a atender com plenitude a necessidade de transporte do RJ.

Escrito por Lucas Evaristo em 12/01/2020.

 

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; Brasil Ferroviário.


Projeto básico da Linha 13 da CPTM até Bonsucesso pode ser contratado este ano.


A extensão da Linha 13-Jade da CPTM entre o Aeroporto de Guarulhos até o bairro de Bonsucesso poderá ser contratado este ano, de acordo com declarações do presidente da CPTM, Pedro Moro, em visita às obras da estação Mendes Vila Natal neste sábado, 11 de janeiro de 2020.

A extensão deve ganhar paradas como no bairro de São João, após a parada do aeroporto.

Metade dos passageiros não conhecem a Linha 13

Na ocasião, Moro disse que a pesquisa feita pela CPTM aponta que os próprios passageiros não conhecem a Linha 13, o que ajuda a explicar o baixo movimento da ligação ferroviária.

Atualmente a Linha 13 transporta em média 15 mil usuários por dia, contra os 120 mil projetados.


JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; VIATROLEBUS.


15 meses após inauguração, trem para Cumbica que pode ter até 2.000 pessoas 

circula com 35.

Vagões vazios do Expresso para Guarulhos nesta segunda-feira (6) - Bruno Santos/Folhapress

Dia 6, primeira segunda-feira de 2020. O relógio marcava 11h57, e o trem surgia na plataforma da estação da Luz, no centro de São Paulo.

Não havia filas. Não havia tumulto. Não havia correria. Apenas 36 passageiros aguardavam pela chegada da composição. As portas fecharam ao meio-dia. É hora de o trem seguir para a sua segunda viagem do dia até o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP).

Os 36 passageiros não ocuparam nem os 40 assentos disponíveis em um dos oito vagões. Deu para viajar sozinho num vagão inteiro, limpo e climatizado, esticar as pernas e dormir no trajeto, que dura cerca de 30 minutos, sem paradas e com seguranças circulando pelo corredor.

Na volta, a Folha pegou o Expresso das 15h e viajou com outros 35 passageiros até a Luz.

A situação presenciada pela Folha ocorreu num dia em que Cumbica recebeu cerca de 145 mil passageiros, um pico nessa época do ano provocado pelas férias escolares. O número leva em consideração o total de pessoas que circularam pelos três terminais em voos que chegaram e decolaram do aeroporto.

A GRU Airport, concessionária responsável pela gestão do maior terminal aeroportuário do país, não informou quantos desses passageiros ficaram em São Paulo.

Mas nem a comodidade e a alta demanda de Cumbica fizeram o serviço da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decolar. Até agora, o Expresso vem atraindo pouca gente.

Em 2019, atingiu uma média de 350 passageiros ou 35 ocupantes em cada uma das dez viagens (ida e volta) que faz nos dias úteis. Um trem da CPTM possui 320 assentos; incluindo quem viaja em pé, pode transportar até 2.000 pessoas.

Como o serviço expresso foi criado só em outubro de 2018, não é possível fazer uma comparação anual.

A linha 13-Jade da CPTM, da qual o Expresso faz parte, custou R$ 2,3 bilhões, valor pago com financiamento do BNDES e com dinheiro da Agência Francesa de Desenvolvimento e do Banco Europeu de Investimento.

O economista Flávio Roberto de França Júnior, 56, é um habitué do Expresso. Falou com a Folha sentado sozinho num vagão e com o laptop ligado. "É muito barato, limpo e seguro. Eu aproveito os 30 minutos da viagem para trabalhar já daqui."

"Mas não é um serviço de primeiro mundo. O ideal seria ter um trem já ligando o aeroporto de Congonhas [doméstico] a Guarulhos", diz. "O intervalo entre as viagens deveria ser menor. Isso atrapalha muito". Hoje, são duas horas entre uma viagem e outra, nos dois sentidos.

A assistente social Jaqueline dos Santos, 36, e o marido, o eletricista Roberival Silva, 41, viajaram no trem do meio-dia porque ficaram com medo de pegar o próximo, das 14h. O motivo: o voo do casal para Maceió (AL) era às 15h. "[O trem] deveria sair de 30 e 30 minutos. A gente tem que chegar muito antes no aeroporto por causa desses horários mais espaçados."

O Expresso foi inaugurado em 16 de outubro de 2018. Liga o centro da capital paulista ao aeroporto de Guarulhos em viagens diretas. Nos feriados e nos finais de semana, são três deslocamentos em cada sentido.

Rumo ao aeroporto, o primeiro trem parte às 10h. No sentido contrário, às 9h. O bilhete custa R$ 8,80 -o dobro do valor cobrado no serviço de transporte sobre trilhos nas demais linhas. Quem está no Metrô, precisa desembarcar na Luz e comprar o bilhete exclusivo do Expresso.

Mas o maior problema do serviço, apontado por Jaqueline e Roberival, é a falta de conexão direta entre o trem e os terminais de Cumbica.

Os 36 passageiros que estavam na viagem acompanhada pela Folha desembarcaram na estação Aeroporto (última da linha 13-Jade), que fica do outro lado da rodovia Hélio Smidt. Com malas em mãos, atravessaram uma passarela e ainda pegaram um ônibus para acessar a área de embarque.

"Gera um incômodo, né. O absurdo de dinheiro que gastou nisso aqui e ainda tem que pegar um ônibus até o terminal. Já gera um transtorno", reclama Roberival.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/01/15-mese...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Começa a recuperação da malha ferroviária.

Em 24 meses, preveem o governo e concessionários, estará em operação o trecho ferroviário de 1.537 quilômetros ligando as cidades de Estrela D'Oeste, em São Paulo, e Porto Nacional, no Tocantins, com fluxo de 22,7 milhões de toneladas de carga por ano.

É ótima notícia porque sinaliza a conclusão de dois terços da Ferrovia Norte-Sul, espinha dorsal da projetada malha ferroviária brasileira. Deve-se aos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro o desembaraço desse empreendimento relevante à integração nacional, iniciado há 35 anos na administração José Sarney.Significa que a partir de 2022 haverá interconexão ferroviária efetiva entre os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Maranhão. Ou seja, será possível o trânsito de cargas num arco ferroviário de pouco mais de três mil quilômetros ligando os portos de Santos (SP) e de Itaqui (MA). O custo logístico de exportação tende a cair significativamente para o agronegócio nesses cinco estados.

No porto de São Luís avança a construção de um terminal de uso misto, voltado para a Ferrovia Norte-Sul/Carajás, liderada por um consórcio do qual participam a maior corporação chinesa de infraestrutura e dois grupos privados.

A China já confirmou, também, interesse no empreendimento ferroviário para ligar Tocantins à Bahia (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) e na conexão sobre trilhos entre Mato Grosso e Pará (Ferrogrão). Nos dois casos, as licenças para construção serão leiloadas este ano.

Há evidências de que está sendo intensificada a prospecção chinesa em infraestrutura no Brasil. No alvo, confirmou recentemente a China Communications Construction Company, estão duas dezenas de projetos de energia, portos, ferrovias, desenvolvimento de mobiliário urbano e agroindústria, com investimento potencial de R$ 102 bilhões.

Não é casual que o Brasil tenha se tornado o quarto destino global de investimentos diretos chineses entre 2010 e 2017. Recebeu 40% do capital aplicado na América do Sul, nesse período, porque apresenta oportunidades em energia e infraestrutura, tem mercado atraente e as relações comerciais fazem da China o maior cliente de 14 estados exportadores e o segundo dos demais. A expansão chinesa objetiva garantir suprimento de matérias-primas e alimentos básicos, além de desenvolver mercados para os produtos industriais nos quais se especializou, com alto nível de tecnologia embutida.

Governo e Congresso precisam refletir estrategicamente sobre a arquitetura dessa nova fase na parceria. É evidente a carência de capital em setores críticos, mas é necessário preparar a base de um relacionamento mais sofisticado com a China, assentado no desenvolvimento tecnológico, para desenhar um futuro muito além da dependência de investimentos em energia e infraestrutura e das exportações de commodities.

Fonte: https://oglobo.globo.com/opiniao/comeca-recuperacao-da-...

JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTA FERROVIÁRIA.


Passageiros espiam a imensidão lá de fora (Fernando Martinho/Viagem e Turismo)

Sim, é possível viajar de trem pelo Brasil! Veja roteiros.

Percorremos cinco ferrovias para passageiros no Brasil. 
Foi uma viagem por uma profusão de histórias, rostos, paisagens. Foi Brasil na veia

* Por Laura Capanema; Set 2019, 15h35 - Publicado em 9 abr 2015, 18h01

Trem de longa distância, trem diário, trem de fim de semana. Trem que passa por estradas de ferro centenárias, serpenteia a Serra do Mar, corre por planícies pantaneiras, contorna pedaços raros de Mata Atlântica nativa. Tem trem pra todo mundo – e não estamos falando de Europa.

Ainda que a malha ferroviária brasileira não seja lá para inglês ver, temos quase 30 000 quilômetros de trilhos e estações que servem de cenário para novelas de época. Pois a Viagem e Turismo decidiu fazer um trem divertido: percorrer este Brasilzão através de suas ferrovias.

Escolhemos cinco trechos e passamos por quase todas as regiões do país. Foram 1.689 quilômetros dentro de marias-fumaças, litorinas e locomotivas diesel-elétricas. A epopeia, que começou em Minas Gerais, na estação imperial de São João Del Rei, só terminou 12 dias depois...

... LEIA NA INTEGRA, CLICANDO NO LINK DA MATÉRIA, ABAIXO;


FONTE/MATÉRIA; VIAGEM E TURISMO - ABRIL.

Confira 12 viagens em trens de luxo para desbravar o mundo.

Com quartos luxuosos e privativos, restaurantes, bares e até mesmo bibliotecas, os trens espalhados pelo mundo proporcionam uma viagem inesquecível podendo fazer seus passageiros voltarem no tempo.

Confira os 12 melhores:

1.Venice Simplon - Orient Express - Imortalizado pela escritora Agatha Christie, o Expresso do Oriente chegou a ter sua rota interrompida, mas hoje é possível realizar a famosa viagem de luxo, que dura 24 horas e tem como objetivo fazer os turistas mergulharem na atmosfera típica da década de 1920. Com vagões originais da época, o trem foi totalmente restaurado e, por isso, suas passagens custam entre US$ 2.500 a mais de US$6 mil, dependendo das cabines e serviços extras escolhidos.

2.Al Andalus - Com os seus vagões de 1920 recentemente renovados, este trem é sem dúvida a maneira mais fascinante para conhecer as maravilhas da Andaluzia, no sul da Espanha. Seu serviço combina com um estilo Art Deco e conta com uma culinária requintada.

3.Danube Express - Este trem de luxo privado da Europa Central transporta apenas 50 passageiros e inclui todos os serviços, desde a recepção até passeios turísticos em cada parada. A bordo, em um elegante vagão, são servidos pratos preparados com menus tradicionais. O ambiente interno é uma mistura de tecnologia moderna com mobiliário antigos. Entre os principais itinerários escolhidos está o trajeto de 9 noites que liga Budapeste a Veneza.

4.Helsinque / São Petersburgo - As ferrovias finlandesa (VR) e russa (RZD) criaram uma joint venture para operar um serviço de alta velocidade que liga Helsinque a São Petersburgo. Desde 2010, os dois trens elétricos conectam as duas cidades em 3 horas e meia.

5.Trenhotel Lusitania - O trem noturno opera duas linhas e permite que o passageiro viaje de Madri a Lisboa, em menos de 11 horas, entre um copo de sangria e um prato de Jamon Iberico.

6.Papai Noel Express - Para os amantes do Natal e da neve, não há trem melhor do que o Papai Noel Express. Esta é uma viagem ao norte da Europa, que atravessa a Finlândia, partindo de Helsinque e chegando na Lapônia, em menos de 15 horas. A bordo, é possível aproveitar um vagão-restaurante e escolher entre acomodações econômicas e luxuosas.

7.Euronight Chopin - Talvez não exista uma opção melhor para fazer uma viagem entre Áustria, República Tcheca, Polônia, Alemanha, Eslovênia, Croácia e Hungria. O Euronight oferece aos turistas várias possibilidades, como assentos reclináveis, beliches de segunda classe e quartos premium, com banheiros privativos. É aconselhável reservar os bilhetes com antecedência, pois têm preço acessível. 

8.Caledonian Sleeper - O trem noturno opera da estação London Euston à 5 destinos na Escócia: Edimburgo, Glasgow, Fort William, Aberdeen e Inverness. O tempo de viagem varia entre 7,5 horas e quase 13 horas. Esta é opção ideal para aqueles que pretendem evitar viagens de avião. Os trens foram reformados durante o verão de 2019, o que substituiu os vagões construídos na década de 1980. 

9.Thello - Para quem quer dormir em Paris e acordar em Veneza basta viajar com o Thello. O trem noturno que liga a França e a Itália conta com beliches compartilhados e até mesmo cabines luxuosas. A viagem dura 14 horas. Se adquiridos antecipadamente, os ingressos têm custo de 44 euros.

10.Lev Tolstoy - Em homenagem a um dos maiores escritores russos, Lev Tolstoi, o trem conecta Helsinque, na Finlândia, com Moscou, a capital russa, em cerca de 15 horas. O transporte percorre mais de 1.000 quilômetros e oferece diferentes possibilidades para dormir, como suítes com banheiros privativos e beliches compartilhados. A viagem na segunda classe tem custo entre US$ 120 e US$ 150.

11.Intercités de Nuit - O trem noturno liga Paris a Briancon, nos Alpes franceses, e a Toulouse e Latour de Carol, no sul.   Esta é a opção ideal para quem deseja desfrutar de paisagens exuberantes pela janela do trem.

12.Nice Moscow - O trem que atravessa a Europa continental está nos trilhos desde 2010 e conecta Nice com a capital russa, Moscou. O transporte é um dos mais longos da Europa e também faz uma escala em Berlim, Alemanha, Varsóvia e Polônia. (ANSA)

Fonte: https://istoe.com.br/confira-12-viagens-em-trens-de-lux...

DEZEMBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


 ACOMPANHE   O   PROJETO   RÁDIO   TREM   PELAS   REDES   SOCIAIS !   

 FIQUE   LIGADO   NA   PROGRAMAÇÃO   DA   WEB   RÁDIO   TREM !   

 
PROGRAMA 
HORÁRIO


EXPRESSO DA MADRUGADA - MOMENTOS ETERNOS 

(Sucessos Nacionais e Internacionais de várias épocas, 
Parcelas da História da Ferrovias)


Diariamente - 01:00 às 05:00

 
MOMENTO DE ORAÇÃO MANHÃ

(Oração do Pai Nosso)

(Execução do Hino Nacional do Brasil)
 


Diariamente - 05:00


TREM BRASIL - COISAS DO BRASIL

(O Trem Brasil destaca a Musica Brasil Caipira, Raiz, Regional, Sertaneja)



Diariamente - 05:05 às 07:00 



TREM MISTO - PROGRAMAÇÃO MISTA
(Sucessos Nacionais e Internacionais que marcaram épocas,
Parcelas da História da Ferrovia)

(Aos Domingos, Recordação de Comerciais Antigos, que marcaram épocas)


FAIXA DA SAUDADE - ANOS 1950, 60, 70...
(Recordação de comerciais antigos)

(Jornal do Brasil, Segunda a Sexta 17h, na entrada da Faixa da Saudade. Conteúdo atualizado pela empresa de hospedagem Maxcast)

Segunda a Sexta - 07:00 às 17:00

Sábado - 07:00 às 15:00

Domingo - 10:00 às 16:00


Segunda a Sexta - 17:00 às 18:00

Domingo - 07:00 às 09:00


ESTAÇÃO DO SAMBA

(Sucessos do Samba que marcaram suas respectivas épocas)

(Recordação de Comerciais Antigos que marcaram épocas)
  

Sábado - 15:00 às 17:00


TRENZINHO DO CAIPIRA

Uma viagem pela música brasileira com Prof. André Galdino

(A história e os maiores sucessos dos grandes artistas brasileiros)


Sábado - 17:00 às 18:00

Reapresentação:

Domingo - 09:00 às 10:00


TREM DA JOVEM GUARDA - ESPECIAL

(Sucessos da época da Jovem Guarda, Anos 1960 e 70) 

(Recordação de Comerciais Antigos que foram destaques em suas épocas)
  

Domingo - 16:00 às 18:00


MOMENTO DE ORAÇÃO TARDE

  (Oração da Ave Maria, Pai Nosso e de São Francisco)

Diariamente - 18:00



ESTAÇÃO POP - NOITE DE SUCESSOS

(Domingo a Sexta, os Sucessos da Musica Pop que marcaram épocas, 
Parcelas da História da Ferrovia)


(Aos Sábados, Estação Pop - Flash Back, com o Balanço dos Anos 60, 70, 80...)

(Recordação de comercias antigos, aos Sábados e Domingos)

Diariamente - 18:20 à 01:00

 AGENDA   RÁDIO   TREM   CULTURAL :

   Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários.

 Rua Almirante Brasil 125, próximo ao Metrô Bresser - Mooca, São Paulo - SP. 

CEP 03164 - 120  Fone (11) 2796 6016

* Página; https://nsaparecidadosferroviarios.blogspot.com/

O Projeto Rádio Trem compartilha graciosamente, em forma de apoio.


O TREM CULTURAL DOS IMIGRANTES, opera aos Sábados, Domingos e em alguns Feriados, 
entre as 11h e 16h, com saídas a cada hora em média. 
"Cada passeio, sem visita ao pátio, dura aproximadamente 25 minutos."

Rua Visconde de Parnaíba, 1253, em frente ao Museu da Imigração.
"A 700 metros da Estação Bresser - Mooca do Metrô."

* Informações: Fone (11) 2695 1151 "Atende em Horário Comercial."
Página do Trem Cultural dos Imigrantes no Facebook.

O Projeto Rádio Trem compartilha essa divulgação, em forma de apoio.


*INFORMAÇÕES, CLIQUE AQUI!

O Projeto Rádio Trem compartilha essa divulgação, em forma de apoio.


*INFORMAÇÕES, CLIQUE AQUI!

O Projeto Rádio Trem, compartilha, em forma de apoio.


* INFORMAÇÕES CLIQUE AQUI!

O Projeto Rádio Trem, compartilha essa publicação, em forma de apoio.


REVISTA  FERROVIÁRIA :

Acesse o site da Revista Ferroviária e se mantenha atualizado, 

sobre os acontecimentos do meio trilhos.


NOTÍCIAS  DO  JORNAL  CONTÁBIL :

TRENS   URBANOS
METRÔS   VLT`s :  

 SISTEMAS METROFERROVIÁRIOS 

DO BRASIL 

Abaixo você encontra Logos com links para sites de  operadoras de Trens Urbanos, Metrôs e VLTs de Regiões Metropolitanas, para que você possa acessar e planejar os seus deslocamentos.

Estes sites estão disponibilizados gratuitamente aqui no site, NÃO havendo qualquer vinculo comercial e ou publicitário, com as referidas empresas. 

Esta é uma ação de prestação de serviço do Projeto Rádio Trem, em forma de utilidade pública. 

Clique, consulte e boa viagem!

Equipe Projeto Trem

TRENS  DE PASSAGEIROS :

HORÁRIO  DE  BRASÍLIA  (DF)  BR : 

RÁDIO   TREM   SÃO   PAULO   (web)