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RÁDIO  TREM
Recordando os Bons Tempos do Trem

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Preservação da memória ferroviária de SP será tema de encontro em Guararema.

A falta de informações é um dos principais problemas para os interessados em desenvolver projetos voltados à preservação da memória ferroviária. Quem é o dono da estação abandonada na cidade? Aquela maria-fumaça caindo aos pedaços na praça pertence a quem? É da prefeitura ou do governo federal? A concessionária que administra a ferrovia tem alguma obrigação?

Questões como essas tornaram-se muito comuns no país, principalmente em São Paulo, a partir do fim da Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.) e da concessão da malha da RFFSA (Rede Ferroviária Federal), na década de 90.

Prédios centenários que se deterioram a cada dia poderiam ser revitalizados, desde que os interessados saibam a quem recorrer.

Um encontro na próxima sexta-feira (25) em Guararema (a 75 km de São Paulo) tem entre os objetivos difundir a necessidade de preservação da memória ferroviária paulista, mobilizar os órgãos estaduais e federais e explicitar os percursos institucionais que devem ser feitos para municípios ou instituições que queiram ter acesso a esse patrimônio.Guararema, cidade de 30 mil habitantes, não foi escolhida à toa, mas por ser considerada um caso de sucesso em relação à preservação. Além de sua estação central, foi restaurada a estação de Luis Carlos, numa vila que foi totalmente revitalizada.

As obras ocorreram para que o local ficasse adequado para abrigar o retorno da circulação da maria-fumaça, operação que envolveu prefeitura, ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) e a concessionária MRS Logística.

A programação do encontro inclui a discussão de diretrizes e estratégias para a preservação, com a participação de órgãos como Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e SPU (Secretaria de Patrimônio da União), além de avaliar as ações desenvolvidas em Guararema, segundo Davidson Kaseker, diretor do grupo técnico de coordenação do Sisem-SP (Sistema Estadual de Museus de São Paulo), órgão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa que organiza o evento.

"Há casos muito particulares. Há os operacionais, que já estão disponíveis para serem transferidos aos municípios, cuidados pelo Dnit, enquanto outros, não operacionais, estão sob responsabilidade da SPU. Haverá um guichê de cada órgão para fazer esse primeiro contato com os interessados", afirmou.O imbróglio existe por envolver não só o Dnit e a SPU, mas também a inventariança da RFFSA (Rede Ferroviária Federal), extinta em 2007 por meio de uma lei. Ela dividiu os imóveis ferroviários em dois tipos: arrendados às concessionárias, os operacionais têm como responsável o Dnit, enquanto os não-operacionais -ou seja, não repassados nas concessões dos anos 90- estão sob tutela da SPU.

Mas há também casos num limbo jurídico-administrativo: "Em Itapeva, quando houve a concessão a estação era operacional, mas depois deixou de ser e a ALL [então concessionária] enviou ofício devolvendo o patrimônio à inventariança, que não recebeu porque já estava deteriorado. Está abandonado, quase caindo. Para a SPU, é operacional, mas não é".

A discussão sobre preservação envolve não só estações, mas antigos armazéns, casas de chefes de estação e as próprias linhas férreas abandonadas que cortem a zona urbana dos municípios.

Kaseker afirmou que há uma demanda de memória muito forte, mas todas ações isoladas, sem articulação em rede. "É o que a gente propõe, o encontro pretende ser o primeiro de uma série para discutirmos não só a transferência da posse do imóvel, mas também os próprios projetos de resignificação desse patrimônio. Não é olhar para o passado com olhar nostálgico, mas compreender o contexto e refletir sobre o contemporâneo."

REVITALIZAÇÃO

A rota ferroviária em Guararema, que é operada pela regional Sul de Minas da ABPF, passa em áreas com mata atlântica e é feita praticamente toda na zona rural da cidade.Assessora geral de gabinete da Prefeitura de Guararema e secretária-executiva da frente parlamentar de preservação da memória e do patrimônio ferroviário, Sandra Regina Olivieri afirmou que Luis Carlos estava em "estágio de ruína" quando o projeto teve início, em 2010.

A primeira etapa da recuperação foi a adequação da estação central e seu entorno, seguida pela revitalização da vila e a volta do trem, que ocorreu em outubro de 2015."Há muitos passeios, cada um com uma característica. O nosso precisava ter o conceito de um destino bacana, que é uma vila, além de ter a maior máquina que opera no país", afirmou.

Os passeios são oferecidos aos sábados e domingos, às 10h e 14h30, têm duração de cerca de duas horas e percorrem um trecho total de 13,6 quilômetros (ida e volta). Os bilhetes custam, até o final deste ano, R$ 65.

O encontro paulista de museus, memória ferroviária e paisagens culturais será realizado sexta, das 9h às 18h, no espaço de exposições Engenheiro Luís Carlos da Fonseca Monteiro de Barros, em Luis Carlos. As inscrições estão abertas até segunda (21) pelo site do órgão, mas poderão ser feitas no dia do encontro.

Fonte: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/10/19/pr...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


FRUTOS DO EMPENHO DA PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA.

Trem da Cia. Paulista E.F.

- Por Vanderlei Antonio Zago 18/10/2019;

Ontem finalizou os preparativos para a entrega oficial ao tráfego do vagão fechado e do carro de passageiros "Chumbinho", ambos da CPEF. Em breve mais detalhes sobre a inauguração oficial deles amanhã (19/10/2019).

Foto da composição da CPEF no Km 29 ontem.

OUTUBRO/2019 – Vanderlei A Zago (ABPF Regional Campinas)


Conselhos históricos aprovam reformas nas estações Brás e Jundiaí da CPTM.

Ambas pertencem à ligação ferroviária mais antiga do Estado de São Paulo, o trajeto Santos – Jundiaí

ADAMO BAZANI

Duas estações históricas da rede da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos devem passar por reformas e adequações.

Pertencentes à ligação ferroviária mais antiga do Estado de São Paulo, a Santos – Jundiaí, que começou a operar em 1867, as estações Brás, na capital, (linhas 10, 11, 12 e serviço Connect da linha 13) e Jundiaí (linha 7), no interior, vão receber reparos.

No dia 30 de setembro de 2019, o “Condresp – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo” aprovou pedido da CPTM para restaurar a fachada da Estação Brás, no acesso da Avenida Rangel Pestana com Rua Domingos Paiva.

De acordo como despacho da conselheira Marianna Boghosian, publicado nesta quarta-feira, 16 de outubro de 2019, o projeto de restauro segue todos os parâmetros de preservação histórica.

O projeto – detalhadamente apresentado e acompanhado tanto de histórico e cronologia quanto de diagnóstico físico e levantamento cuidadoso – guia-se pelas recomendações internacionais de restauro, propondo intervenção guiada pelos princípios da distinguibilidade, mínima intervenção, reversibilidade, re-trabalhabilidade (visando facilitar futuros serviços de manutenção) e compatibilidade de técnica – conforme informado nas diretrizes apresentadas e endossado pelo corpo técnico do DPH. A intervenção proposta parece assim não apenas respeitar os elementos indicados como fundamentais para preservação no tombamento, mas também tratar-se de processo de restauro desejável que permitirá a recuperação da praça defronte à estação. Acompanhamos assim a indicação do corpo técnico do DPH, recomendando a aprovação da intervenção de restauro. É dado início à votação. Decisão: Por unanimidade de votos dos Conselheiros presentes, o pedido de restauro da fachada da Estação Brás da CPTM foi DEFERIDO

Já o “Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo” aprovou o projeto executivo de restauro da Estação Jundiaí.

De acordo com a deliberação, a CPTM deverá ainda pedir autorização de outros órgãos relacionados.

Deliberação: O Colegiado deliberou aprovar, por unanimidade, o projeto executivo de restauro da Estação de Jundiaí, situada à Avenida União dos Ferroviários, s/n, no município de Jundiaí. Esta autorização não isenta o interessado de obter aprovação de seu projeto nos demais órgãos competentes

Como mostrou o Diário do Transporte no início de agosto, o Conpresp – Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo deu parecer favorável para a realização de obras de acessibilidade e aumento de fluidez de passageiros na Estação da Luz da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

A aprovação, por unanimidade, foi para intervenções como a construção de um túnel de 117 metros entre a CPTM e a Estação da Linha 4-Amarela do Metrô, além da implantação de novas escadas rolantes. Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2019/08/08/conselho-de-preservacao-historica-aprova-mais-escadas-rolantes-elevadores-e-tunel-na-estacao-da-luz/

 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

OUTUBRO/2019 – DIÁRIO DO TRANSPORTE.


Linha 3 do VLT será inaugurada em novembro,

após acordo entre concessionária e prefeitura.

A prefeitura do Rio e a concessionária VLT Carioca chegaram nesta sexta-feira a um acordo, e, já em novembro, a operação da Linha 3, com obras prontas desde dezembro do ano passado, que liga o Centro do Rio ao Aeroporto Santos Dummont, irá começar finalmente a operar.

Para alcançarem o acordo, as partes decidiram criar um grupo de estudos, com técnicos do município e da empresa, onde serão discutidos ao longo dos próximos dez meses os pontos de divergência do contrato, firmado antes das Olimpíadas. Com a inauguração da Linha 3 do VLT, a concessionária acredita que o número de usuários do serviço, já no primeiro mês, deve pular dos 80 mil por dia útil para 100 mil, o que é visto com bons olhos. O que também é visto internamente como positivo é a demonstração da prefeitura de que está aberta ao diálogo e à negociação.

Em março, como adiantou reportagem do GLOBO, a empresa que administra o VLT chegou a ameaçar interromper as atividades . No mesmo mês, o prefeito Marcelo Crivella chegou a se referir ao trenzinho como uma porcaria . Em julho, no que parecia ser a gota d'água para a empresa, o VLT Carioca pediu para rescindir o contrato com o município , e chegou a ser discutida a possibilidade de uma nova licitação para o serviço.

Fonte: https://oglobo.globo.com/rio/linha-3-do-vlt-sera-inaugu...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Brasil acumula prejuízos com o abandono de ferrovias.

 - Eugenio Goussinsky, do R7 

Passageiros têm tímida participação de 6% no sistema ferroviário, que, tradicional, já desenvolveu municípios, sendo mais barato e menos poluente.

* Leia na integra, clicando no link abaixo;

Fonte: https://noticias.r7.com/brasil/brasil-acumula-prejuizos-com-o-abandono-de-ferrovias

OUTUBRO/2019 – PORTAL R7.

Histórico. O trem a vapor, foi o primeiro a circular na ferrovia 

inaugurada por D. Pedro II Foto: Divulgação/Trem do Corcovado.

Exposição celebra 135 anos da estrada de ferro do Corcovado.

Em outubro de 1884, Dom Pedro II inaugurou a Estrada de Ferro do Corcovado. Estava criado o primeiro passeio sobre trilhos do país num trem ainda a vapor. A estrada é mais antiga até do que o próprio monumento, inaugurado somente em 1931. Foi o trem, inclusive, que transportou, por quatro anos, as peças desta que hoje é uma das Sete Maravilhas do Mundo . Assim como levou cariocas, turistas de todo o mundo e muitas personalidades, como o cientista Albert Einstein, a Princesa Diana e o Papa João Paulo II. Muita história para contar nesses 135 anos, sem dúvida. E parte delas estará reunida em fotos, numa exposição gratuita que será inaugurada quarta, na Estação do Cosme Velho .

- Vamos mostrar imagens de diversos momentos desse período, desde a época do trem a vapor, passando pelo trem elétrico, entre outras que serão surpresa para o público - adianta o porta-voz do Trem do Corcovado, Riccardo Pina, contando que a mostra tem o apoio do Consulado da Suíça no Rio de Janeiro. - A Estação do Cosme Velho será toda decorada com cenografia inspirada no país europeu.

A relação com a Suíça não é por acaso. É lá que são fabricados os trens da terceira geração, que chegaram ao Rio em 1979. Agora, eles estão saindo de linha e dando início a uma nova leva de trens mais modernos, produzida por outra empresa suíça, a Stadler. São três novos trens, que vão oferecer mais conforto aos passageiros, com direito a teto panorâmico e maior rapidez para cruzar os 3.824 metros de distância. Segundo o gerente de manutenção, José Joaquim Pinto, eles vão encurtar a viagem, que agora passa a levar 15 minutos para subir e 17 para descer

- Eles também são maiores, com 27 metros cada, dois a mais do que os antigos. Dessa forma, transportam mais passageiros. Agora são 154 sentados e 20 em pé. Antes, eram apenas 115 sentados - explica ele, calculando que agora será possível levar mais de 600 turistas por hora. - É o dobro da capacidade atual.

O engenheiro conta que vai manter um dos trens da terceira geração apenas para fazer a manutenção diária na ferrovia:

- Às 7h fazemos uma varredura na linha e vamos manter um dos trens antigos para esse trabalho. Os outros dois serão levados para a Cascatinha, que pertence ao ICM Bio, gestor do Trem do Corcovado.

A capixaba Juliana Dias, de 36 anos, visita frequentemente o Rio e não deixa de fazer o passeio. Acostumada com o trem anterior, ela logo percebeu as diferenças para os novos trens:

- São muito silenciosos. Só não dá para tirar um cochilo porque é impossível dormir diante de tanta beleza. Essas melhorias são bem-vindas porque esse é o maior cartão-postal da cidade.

Na semana de comemorações, outra novidade será o lançamento do Corvado Experience, na quinta-feira. Trata-se de uma experiência sensorial sobre a importância do Parque Nacional da Tijuca para o ecossistema da cidade, uma vez que o trem atravessa essa que é a segunda maior floresta urbana do mundo.

- Será um cinema 4D com duração aproximada de cinco minutos. O objetivo é passar uma mensagem de preservação com o uso de alta tecnologia - explica a bióloga Sônia Peixoto, doutoranda do Programa de Arquitetura e Urbanismo da UFF e que durante dez anos foi gestora do Parque Nacional da Tijuca.

Cada sessão do Corcovado Experience comportará 36 pessoas e terá o preço promocional de R$ 23,50. De acordo com Sônia, a ideia é que, a partir de 2020, novos filmes sejam exibidos.

Fonte: https://oglobo.globo.com/rio/bairros/exposicao-celebra-...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Linha turística de bonde em Santos ganha veículo japonês.

A linha turística de bondes de Santos ganhou um reforço de peso. O décimo terceiro integrante do Museu Vivo de Bondes veio de Nagazaki, no Japão. No último sábado (5), após três anos de restauro, o bonde 206 foi entregue aos santistas, durante o 1º Festival do Imigrante de Santos, no Valongo.

Inaugurado originalmente em 1953, o veículo foi fundamental para o desenvolvimento da mobilidade urbana da cidade japonesa após a bomba atômica, na Segunda Guerra Mundial.O processo de doação do bonde teve início em 2012, quando se completou 40 anos do acordo de geminação dos dois municípios. A chegada a Santos não foi simples. Foram necessários 42 dias de viagem até chegar ao Porto de Santos, em 2016.

"Vai ajudar a contribuir no desenvolvimento do centro da nossa cidade, trazer mais turistas, gerar mais empregos. Nós vamos fazer parcerias para otimizar o uso desse bonde", comentou o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, durante solenidade no Valongo, ontem de manhã.Com essa adição, Santos passa a contar com bondes de seis países: Portugal, Itália, Espanha, Reino Unido, Grécia e Japão. "É uma cidade que recebe gente do mundo inteiro. E foram justamente essas pessoas, essas comunidades que ajudaram a construir a cidade que nós temos hoje. A comunidade japonesa tem um grande papel na nossa cidade", disse o prefeito.

O bonde japonês manteve todas as características originais. Com capacidade para 28 pessoas sentadas, o equipamento manterá a identificação original do prefixo 206. Dentro dele, o público terá acesso ao histórico do veículo, além de detalhes sobre a doação de Nagazaki.

Programação

Além da entrega do bonde japonês, o público assistiu apresentações de Dança de Dragão e do grupo de taikô (tambores) Kyowa. O evento seguiu com intervenções artísticas de países africanos, árabes, além da Itália e França.

Nesse domingo (6), a programação inclui apresentações artísticas da Alemanha (12h), Grécia (13h), Espanha (14h), Reino Unido (15h) e Portugal (16h). Uma praça de alimentação na área externa do Santuário do Valongo oferece pratos típicos desses países.

O encerramento será às 19h com o show Tributo ao Queen, com a Banda Kings of the Queen.

Fonte: https://www.atribuna.com.br/cidades/linha-tur%C3%ADstic...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Aeromóvel é retirado da orla do Guaíba em Porto Alegre.

Um dia histórico. Depois de quase 40 anos instalado próximo à orla de Porto Alegre, o aeromóvel está sendo retirado do alto das vigas que formam o trilho onde o transporte foi instalado em 1982. A extensão dos trilhos é de 1,1 km, começando próximo à Câmara de Vereadores da Capital até a praça Júlio Mesquita, em frente a Usina do Gasômetro. O primeiro veículo foi içado por volta das 11h30min. Durante a tarde, está prevista a retirada da segunda unidade.

A empresa Coester, com efeitos em São Leopoldo e que desenvolveu o veículo, está fazendo a operação com um guindaste. São dois carros, que somam 12 toneladas. A via será recuperada. A empresa conversa com a prefeitura para que se amplie a estrada suspensa levando o transporte à área da orla, como opção de turismo.

A estrutura foi montada para os testes dos protótipos do transporte que é movido a propulsão a ar. Hoje só existem dois aeromóveis em operação - o mais recente na ligação entre o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre - e em um parque em Jacarta na Indonésia. A empresa dona da tecnologia já apresentou à prefeitura da Capital algumas ideias de como ocupar a via.

A remoção foi em parte acompanhada pelo fundador e criador do aeromóvel, Oskar Coester. Mesmo ainda se recuperando de problemas de saúde e aos 81 anos, Oskar fez questão de presenciar a retirada. "O aeromóvel tinha proposta de ser alternativa para transporte", comenta o fundador. Sobre o fato de nunca ter sido implantado para circular em meio à cidade, Oskar avalia que pode ser um desafio que outros poderão seguir.

A aposentada e moradora do Centro Histórico Maria Manoela Martins assistiu à operação sem esconder a tristeza. "O trenzinho fazia parte da minha vida, da minha paisagem. Todos os dias abria a janela e via ele. Vou sentir muito mesmo. Como se algo saísse da minha vida", descreveu Maria. A moradora espera que coloquem outro no lugar para servir de transporte. "Mas não vai ser como ele. Mas é importante que não fique mais uma obra sem utilidade." Ao ver Oskar Coester, a aposentada foi falar com ele e fez uma provocação: "Quem sabe o senhor não projeta um novo". O fundador recebeu com alegria o desafio.

Fonte: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/geral/2019/1...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Doria propõe menos dinheiro para Metrô, CPTM e EMTU em 2020.

A SMT - Secretaria de Transportes Metropolitanos, responsável pelo Metrô, CPTM, EMTU e Corredor ABD deve contar no ano que vem com R$ 8,45 bilhões para cobrir custos e investimentos.  Para este ano, foram reservados R$ 9,46 bilhões.  A redução é de 10,5%

É o que propõe o Governador João Doria no projeto de lei do Orçamento para 2020, ao qual o Diário do Transporte teve acesso.

Os valores dependem de aprovação da Alesp - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e podem mudar de acordo com as emendas dos deputados estaduais.

Segundo nota da Alesp, pelo projeto de lei 1.112/2019 a receita total projetada aumentou de R$ 231,2 bilhões para R$ 239,1 bilhões (que contempla a arrecadação de R$ 152,1 bilhões de ICMS e R$ 16,9 bilhões de IPVA), um acréscimo de 3,4%.

Na área de transportes, a gestão Joao Doria prevê valores menores para 2020 que o previsto para 2019:

STM - Secretaria de Transportes Metropolitanos:

2020 - R$ 8,84 bilhões (R$ 8.845.866.473,00)

2019 - R$ 9,46 bilhões (R$ 9.469.690.824,00)

Redução de 10,5%

CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos:

2020 - R$ 3,37 bilhões (R$ 3.377.864.7490,00)

2019 - R$ 3,4 bilhões (3.414.306.705,00)

Redução de 0,9%

Metrô - Companhia do Metropolitano de São Paulo:

2020: R$ 1,87 bilhão (R$ 1.877.966.762,00)

2019: R$ 2,05 bilhões (2.058.007.170,00)

Redução de 8,8%

EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos:

2020: R$ 225,71 milhões (R$ 225.712.623,00)

2019: R$ 374,06 milhões (R$ 374.060.000,00)

Redução de 39,6%

Os valores para a CPTM têm sido maiores que do Metrô nos últimos anos por causa da necessidade de complementação anual de receita de R$ 1 bilhão porque, segundo o Governo do Estado em diversas ocasiões, a companhia não se mantém apenas com as tarifas e as receitas de publicidade e locação de áreas comerciais nas estações.

Os valores propostas orçamentárias para os transportes metropolitanos têm caído nos últimos anos.

No ano retrasado, para 2019, o Governo do Estado propôs R$ 3,4 bilhões para a CPTM e R$ 2,05 bilhões para o Metrô. Estes valores foram menores que o Orçamento aprovado em 2018, de R$ 2,28 bilhões para Metrô. Para 2018, o Orçamento aprovado para a CPTM foi de R$ 3,7 bilhões e para o Metrô, de R$ 2,28 bilhões.

STM - Secretaria dos Transportes Metropolitanos:

Os recursos para a STM - Secretaria dos Transportes Metropolitanos que devem ser de R$ 8,84 bilhões (R$ 8.845.866.473,00) cobrem tanto custei e investimentos, englobando as companhias de transportes do Estado de São Paulo: Metrô, CPTM e EMTU.

O pitu em marcha - plano integrado de transportes urbanos deve contar com r$ 3,69 bilhões (r$ 3.699.996.727,00) para expansão e modernização de redes de trilhos.

Ampliar a utilidade da malha de transporte de passageiros sobre trilhos nas regiões metropolitanas e aglomerados urbanos de são paulo, expandindo e modernizando seus serviços, adequando-se às exigências de mobilidade e ao volume de demanda, integrada à rede existente e com novos padrões de qualidade e de inserção urbana. - r$ 3.699.996.727

Projetos e obras:

Entre os projetos e obras que constam na proposta de Orçamento para 2020 estão a linha 6-Laranja do Metrô, que deve ser novamente uma PPP - Parceira Público Privada e contar com R$ 935,1 milhões. O projeto da expansão da linha 2 do Metrô para Guarulhos deve ter em 2020, R$ 360,88 milhões.

A modernização da linha 8-Diamante da CPTM, que deve ser concedida à iniciativa privada, tem como proposta R$ 257,94 milhões.

A maior parte dos R$ 225,71 milhões da EMTU vai para a expansão do VLT - Veículo Leve sobre Trilhos da Baixada Santista, com R$ 146,69 milhões. O BRT do ABC, que foi escolhido pelo Governo do Estado para substituir o monotrilho da linha 18 Bronze , deve contar simbolicamente com R$ 10. A maior parte dos recursos na fase inicial deve vir da iniciativa privada.

Fonte: https://diariodotransporte.com.br/2019/10/02/doria-prop...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Novos trens do Corcovado começam a operar na próxima semana.

Vai ficar mais fácil apreciar os micos, macacos-pregos e tucanos que costumam dar boas-vindas aos turistas que cortam a Floresta da Tijuca a bordo do trem do Corcovado. O bucólico meio de transporte, que percorre os 3.824 metros entre a Estação do Cosme Velho e o Cristo Redentor, agora tem teto panorâmico, aumentando a visibilidade. A nova frota, que está em fase de testes, com a circulação de duas composições, entrará em operação oficial na próxima quarta-feira, quando a Estrada de Ferro completa 135 anos.

Ao todo, serão três novos trens. Além de permitirem que os usuários apreciem melhor a paisagem, eles também vão encurtar o tempo de viagem.

- As composições antigas subiam em 17 minutos e desciam em 22. Agora, o percurso de subida será realizado em 15 minutos e o de descida em quase 17 - afirma o gerente de manutenção, José Joaquim Pinto, acrescentando que os veículos elétricos também economizam energia - a redução poderá chegar a 18%.

Como os veículos vão demorar menos para subir e descer a estrada de ferro, o Trem do Corcovado, concessionária que administra o transporte, pretende reduzir os intervalos entre as composições - as partidas vão acontecer a cada 15 minutos. A expectativa, no entanto, é que, no futuro, os intervalos sejam ainda menores, de acordo com o porta-voz do Trem do Corcovado, Riccardo Pina.

- Nós sempre trabalhamos com apenas três viagens a cada hora. Agora, pretendemos chegar a cinco.

Outra novidade é o tamanho das novas composições, com 27 metros cada - dois a mais do que as anteriores. Com mais espaço, elas transportarão mais passageiros: antes, eram 115; agora serão 154, sendo 20 em pé. Com a mudança, é possível levar mais de 600 turistas por hora, o dobro da capacidade atual.

A nova frota já foi aprovada pela cabeleireira Michele Siqueira, que fez ontem um passeio com amigos.

- Traz uma sensação bastante agradável - disse.

Fonte: https://oglobo.globo.com/rio/novos-trens-do-corcovado-c...

OUTUBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Mobilidade em Joinville: VLT, BRT e aeromóvel são opções para o futuro da cidade.

Cidades modernas e desenvolvidas já investem em meios de transporte não-tradicionais para facilitar a mobilidade urbana há algumas décadas. São vários exemplos de lugares de todo o mundo, mas também há municípios brasileiros que buscam outras alternativas de modais, como é o caso de Porto Alegre com o aeromóvel e o Rio de Janeiro com o veículo leve sobre trilhos (VLT). Os dois investimentos foram realizados para a Copa do Mundo, que foi disputada nas duas cidades, e até hoje são usados pela população.

O modelo usado na capital gaúcha é uma tecnologia desenvolvida no Rio Grande do Sul. O sistema tem como base a engenharia aeroespacial, sendo movido a ar comprimido. O aeromóvel tem uma espécie de vela que fica embaixo do veículo que serve para fazer o transporte se movimentar em uma linha de aproximadamente um quilômetro que liga o aeroporto Salgado Filho até uma estação de trem. Foi um investimento de pouco mais de R$ 30 milhões.

- As vantagens do aeromóvel é ele ser elevado, ou seja, não tem conflito com os outros modos de transporte e isso garante sua fidelidade aos horários, a velocidade constante que pode chegar a até 70 quilômetros por hora, e segurança aos passageiros. Ele também requer energia elétrica apenas para ativar o compressor, o que se torna um custo irrisório de centavos por passageiro. Então, a operação é muito barata - explica Simone Becker Lopes, doutora em Planejamento de Transportes e Mobilidade e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de Joinville.

Diferentemente de outros veículos que carregam o seu motor e são mais pesados, o aeromóvel também é um veículo muito leve. Com isso, ele necessita de uma infraestrutura muito leve e esbelta. A implantação requer estruturas pré-moldadas, ocupando um pequeno espaço da via e sem precisar de desapropriações ou grandes ocupações de espaço.

- Dentro da construção do aeromóvel já está embutido o custo dos veículos. Quando a gente fala de construir um corredor de ônibus, por exemplo, não estamos considerando o veículo. Tem a manutenção da via do transporte público que precisa ser mantida e esse custo elevado vai para o poder público. Então, o custo benefício do aeromóvel acaba sendo mais barato - garante a especialista.

VLT é um veículo mais leve do que os ônibus

No caso do Rio de Janeiro, o VLT opera em duas linhas que saem do mesmo ponto. Uma delas vai até o aeroporto Santos Dumont e a outra até a praça XV, contando com 26 paradas/estações ao longo do percurso. Atualmente, as duas linhas. do VLT no Rio de Janeiro saem da Praia Formosa, próximo à Rodoviária, sendo a linha 1 com destino ao Santos Dumont e a linha 2 à Praça XV.

Este meio de transporte é parecido com os antigos bondes usados nas grandes cidades - inclusive em Joinville - até a primeira metade do século 20, mas com novas tecnologias que garantem menos ruídos e mais conforto.

Ele é mais leve do que o ônibus, causando menos impacto ao trafegar na cidade e convivendo melhor com os outros meios de transporte. O investimento total foi de pouco mais de R$ 1 bilhão, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de parceria público-privada com a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Primeiro passo é o planejamento

Segundo Simone, qualquer uma dessas opções poderia se encaixar na realidade de Joinville. No entanto, é preciso realizar estudos e fazer um planejamento para entender onde elas seriam mais eficazes. Uma das questões apontadas pela especialista é a situação das regiões que costumam sofrer com a ocorrência de alagamentos, como o centro da cidade.

- Acho que em uma região onde a gente tem propensão de cheias não é bom ter um VLT. Assim como não é bom ter o ônibus porque no Centro, a toda hora temos o terminal interditado por causa das cheias. Nesse caso, será que o aeromóvel não seria bom, já que ele é elevado?

A professora destaca que o BRT (sigla do termo em inglês "bus rapid transit"), sistema que garante maior prioridade e mais qualidade ao transporte público, também poderia ser uma alternativa para Joinville. Porém, o modelo precisa de um espaço exclusivo para o ônibus, que poderia exigir desapropriações para viabilizar a construção da infraestrutura. Simone salienta ainda o papel importante dos meios que garantem a microacessibilidade para melhorar a mobilidade da cidade.

- Apesar dos morros, Joinville é praticamente toda plana. Temos o nome de "Cidade das Bicicletas", e investir nesses modos mais ativos, como patinetes e bicicleta elétrica, é importante. Inclusive, no compartilhamento desses modos. Só que é preciso garantir uma rede viária e uma estrutura adequada para que se tenha segurança.

Além disso, ela destaca também que esses modos precisam ser integrados ao transporte público, como o ônibus e outros modos que possam ser incorporados pela cidade no futuro. Para isso, é necessário ter mais estações, estacionamentos para bicicletas e uma rede viária conectada.

Fonte: https://www.nsctotal.com.br/noticias/mobilidade-em-join...

SETEMBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


Agetransp suspende mudanças anunciadas pela SuperVia 

nos ramais de Japeri, Santa Cruz, Deodoro e Belford Roxo.

As mudanças operacionais anunciadas pela SuperVia nos ramais de Japeri, Deodoro, Santa Cruz e Belford Roxo foram suspensas, nesta terça-feira, pelo Conselho da Agetransp. Agora, a concessionária terá que apresentar um estudo de impacto que as alterações podem provocar na operação dos ramais, como a redução na oferta de trens, maior duração no tempo das viagens e a qualidade do conforto dos passageiros.

Conforme o contrato da concessão, a concessionária informou à Agetransp sobre alteração na operação com antecedência mínima de 30 dias. Desde que foi informada, a agência iniciou o estudo técnico para avaliar o impacto e observar se estão sendo cumpridas todas as cláusulas do contrato de concessão.

As mudanças estavam previstas para ocorrer no dia 1º de outubro, no período da noite e somente nos dias úteis. Com ela, os trens dos ramais de Japeri e Santa Cruz iriam começar a funcionar como paradores no ramal de Deodoro uma hora mais cedo, por volta das 20h, encerrando as atividades dos trens do próprio ramal.

Em Belford Roxo, os passageiros passariam a ser atendidos pelos trens "semiexpressos" e paradores. No primeiro modo de operação, os trens não realizariam paradas somente nas estações de Vila Rosali, Del Castilho e Jacarezinho, enquanto os paradores fariam paradas em todas as estações do ramal.

A SuperVia garantiu que não faria alterações nos intervalos de trens nem na quantidade de lugares disponibilizados pela concessionária em cada viagem. No entanto, a medida foi vista com maus olhos pelos passageiros, que tinham preocupação com o aumento da duração da viagem e a superlotação dos trens.

É o caso de Matheus Gonçalves, publicitário de 24 anos, que costuma usar o trem para ir e voltar do trabalho. Usuário do ramal Japeri (estação de queimados x Central do Brasil), ele acredita que a alteração infuenciaria no conforto da viagem.

- Se fosse mais cedo eu acho que seria intragável porque a situação já é muito caótica. Nesse horário a mudança é humanamente possível, mas vai influenciar no conforto da viagem. Quando o trem vira parador costuma ficar mais cheio

Quando ainda fazia faculdade, Matheus só pegava o trem caso ainda não estivesse funcionando como parador. As suas outras opções eram o ônibus e a van. Mas essa não é a realidade de Gabriel, um botânico de 24 anos, que continua tendo a SuperVia como a sua opção mais rápida de deslocamento em qualquer situação. Segundo ele, o funcionamento do trem como parador significa um aumento de 20 minutos ou mais no seu deslocamento.

- Eu acho que vai ser bem ruim, é um horário de retorno para casa, todos estão cansados, e antecipar o horário do funcionamento do parador prejudica porque além de demorar mais, tem muita chance de superlotação. Os trens costumam a ter intervalos irregulares também, isso dificulta mais ainda, vira uma bola de neve.

Juliana Mentvingen é estudante e costuma usar o ramal de Santa Cruz para os seus deslocamentos diários. Na volta para casa, ela pega o trem na Central do Brasil, e observa que há sim um acúmulo de passageiros ao longo do seu deslocamento até Realengo enquanto os trens funcionam como parador. Além disso, ela também afirma que há sim um aumento nos intervalos dos trens.

- Eles demoram muito para sair da Central, as estações vão ficando mais cheias e, consequentemente, os trens também. Além de o parador aumentar o tempo de deslocamento, os intervalos ficam muito maiores. E eu não sabia dessa mudança! Pego o trem todo dia pra ir e voltar do trabalho e não estou sabendo de nada.

Fonte: https://extra.globo.com/noticias/rio/agetransp-suspende...

SETEMBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.


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PROGRAMA 
HORÁRIO


EXPRESSO DA MADRUGADA - MOMENTOS ETERNOS 

(Sucessos Nacionais e Internacionais de várias épocas, 
Parcelas da História da Ferrovias)


Diariamente - 01:00 às 06:00

 
MOMENTO DE ORAÇÃO MANHÃ

(Oração do Pai Nosso)

(Execução do Hino Nacional do Brasil)
 


Diariamente - 06:00


TREM BRASIL - COISAS DO BRASIL

(O Trem Brasil destaca a Musica Brasil Caipira, Raiz, Regional, Sertaneja)



Diariamente - 06:05 às 09:00 



TREM MISTO - PROGRAMAÇÃO MISTA
(Sucessos Nacionais e Internacionais que marcaram épocas,
Parcelas da História da Ferrovia)

(Aos Domingos, Recordação de Comerciais Antigos, que marcaram épocas)


JORNAL DO BRASIL
 (Segunda a Sexta, na Entrada do Tarde da Saudade, às 17h, com as principais notícias do dia. Conteúdo atualizado pela Maxcast)


TARDE DA SAUDADE - ANOS 1950, 60, 70
(Recordação de comerciais antigos)

Segunda a Sexta - 09:00 às 17:00

Sábado - 09:00 às 15:00

Domingo - 10:00 às 16:00


Segunda a Sexta às 17:00



Segunda a Sexta - 17:20 às 18:00


ESTAÇÃO DO SAMBA

(Sucessos do Samba que marcaram suas respectivas épocas)

(Recordação de Comerciais Antigos que marcaram épocas)
  

Sábado - 15:00 às 17:00


TRENZINHO DO CAIPIRA

Uma viagem pela música brasileira com Prof. André Galdino

(A história e os maiores sucessos dos grandes artistas brasileiros)


Sábado - 17:00 às 18:00

Reapresentação:

Domingo - 09:00 às 10:00


TREM DA JOVEM GUARDA - ESPECIAL

(Sucessos da época da Jovem Guarda, Anos 1960 e 70) 

(Recordação de Comerciais Antigos que foram destaques em suas épocas)
  

Domingo - 16:00 às 18:00


MOMENTO DE ORAÇÃO TARDE

  (Oração da Ave Maria, Pai Nosso e de São Francisco)

Diariamente - 18:00



ESTAÇÃO POP - NOITE DE SUCESSOS

(Domingo a Sexta, os Sucessos da Musica Pop que marcaram épocas, 
Parcelas da História da Ferrovia)


(Aos Sábados, Estação Pop - Flash Back, com o Balanço dos Anos 60, 70, 80...)

(Recordação de comercias antigos, aos Sábados e Domingos)

Diariamente - 18:20 à 01:00

 AGENDA   RÁDIO   TREM   CULTURAL :

   Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários.

 Rua Almirante Brasil 125, próximo ao Metrô Bresser - Mooca, São Paulo - SP. 

CEP 03164 - 120  Fone (11) 2796 6016

* Página; https://nsaparecidadosferroviarios.blogspot.com/

O Projeto Rádio Trem compartilha graciosamente, em forma de apoio.


O TREM CULTURAL DOS IMIGRANTES, opera aos Sábados, Domingos e em alguns Feriados, 
entre as 11h e 16h, com saídas a cada hora em média. 
"Cada passeio, sem visita ao pátio, dura aproximadamente 25 minutos."

Rua Visconde de Parnaíba, 1253, em frente ao Museu da Imigração.
"A 700 metros da Estação Bresser - Mooca do Metrô."

* Informações: Fone (11) 2695 1151 "Atende em Horário Comercial."
Página do Trem Cultural dos Imigrantes no Facebook.

O Projeto Rádio Trem compartilha essa divulgação, em forma de apoio.


      1ªMostra de Ferreomodelismo de Sumaré

                        Sábado, 09 de Novembro de 2019 09h às 17h. 

                    Parque Villa Flora (Praça da Fazenda) Suramré - SP

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* Informações; ACESSE
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Informações 

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NOTÍCIAS  DO  JORNAL  CONTÁBIL :

TRENS   URBANOS
METRÔS   VLT`s :  

 SISTEMAS METROFERROVIÁRIOS 

DO BRASIL 

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Estes sites estão disponibilizados gratuitamente aqui no site, NÃO havendo qualquer vinculo comercial e ou publicitário, com as referidas empresas. 

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